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Filarmônica de Minas Gerais celebra a França nesta quinta e sexta-feira, dias 13 e 14 de julho
A regência é do maestro convidado Claudio Cruz. Dias 13 e 14 de julho
Nos dias 13 e 14 de julho, às 20h30, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais celebra o dia nacional da França com árias francesas de Gounod, Debussy e Bizet e a Sinfonia Fantástica de Berlioz. Na primeira parte, a soprano brasileira Camila Provenzale interpreta árias de Romeu e Julieta, de Gounoud (Amour, ranime mon courage e Ah! Je veux vivre); Carmen, de Bizet (Je dis que rien ne m'épouvante) e L’Enfant prodigue de Debussy (L’année en vain chasse l’année). Encerrando o programa, a Orquestra executa uma das sinfonias mais revolucionárias da história da música, a Fantástica de Hector Berlioz, obra que, quase duzentos anos depois de sua estreia, ainda causa grande impacto e carrega originalidade. A regência é do maestro convidado Claudio Cruz. Os ingressos estão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais. Na quinta-feira, dia 13, o concerto terá transmissão ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela rádio MEC 87,1 FM (BH).
Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Instituto Cultural Vale e Banco Inter, com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Circuito Liberdade. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo de Minas Gerais, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Claudio Cruz, regente convidado
Claudio Cruz é Regente Titular e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. No Brasil, tem atuado como regente convidado em muitas orquestras, entre elas a Osesp, a OSB e as sinfônicas do Paraná, Porto Alegre e dos teatros Municipal de São Paulo e Nacional Cláudio Santoro. Em outros países, regeu a Sinfonia Varsovia, New Japan Philharmonic, Hyogo PAC Orchestra, Sinfônica de Hiroshima, entre outras. Também no exterior, apresentou-se no Festival de Verão da Caríntia (Áustria) e no Festival Internacional de Música de Cartagena (Colômbia). Em sua discografia estão três álbuns com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos, um deles consagrado a obras de Edino Krieger. Com a Sinfônica de Ribeirão Preto, gravou Beethoven e Mozart, aberturas de óperas e obras de Tom Jobim com arranjos de Mario Adnet. O álbum gravado com a Northern Sinfonia e com o renomado violoncelista brasileiro Antonio Meneses, com obras de Elgar e Gál, foi indicado ao Grammy. Gravou Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Shostakovich em 2015 e Berlioz e Tchaikovsky em 2016 com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Violinista consagrado, foi spalla da Osesp entre 1990 e 2014.
Camila Provenzale, soprano
A ítalo-brasileira Camila Provenzale tem atuado nos principais papéis de soprano nas mais importantes salas de concerto e ópera do Brasil, e recentemente vem ganhando projeção também na Europa. Desde 2018, apresenta-se com Plácido Domingo em cidades como Liubliana, Estrasburgo e Boston. Foi premiada nos concursos Neue Stimmen (Alemanha), Paris Opera (França), Belvedere (Letônia), Giusy Devinu (Itália) e, em 2019, representou o Brasil na BBC Cardiff Singer of the World. No mesmo ano, Camila fez sua estreia em Londres, no Garsington Opera Festival, interpretando Donna Anna na ópera Don Giovanni, e no Teatro Solís de Montevideo, como Pamina em A flauta mágica. Em 2021, estreou no Grande Teatro de Leeds interpretando Micaela em Carmen, com recepção calorosa da crítica especializada.
Repertório
Charles Gounod (Paris, França, 1818 – Saint-Cloud, França, 1893) e a obra Romeu e Julieta: Amour, ranime mon courage (1888)
Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.
Claude Debussy (Saint-Germain-Laye, França, 1862 – Paris, França, 1918) e a obra L’Enfant prodigue: L’année en vain chasse l’année (1884, revisão 1907/1908)
Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.
Georges Bizet (Paris, França, 1838 – Bougival, França, 1875) e ass obra Carmen: Intermezzo (1873/1874) e Je dis que rien ne m'épouvante (1873/1874)
Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.
Charles Gounod (Paris, França, 1818 – Saint-Cloud, França, 1893) e a obra Romeu e Julieta: Ah! Je veux vivre (1888)
Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.
Hector Berlioz (La Côte-Saint-André, França, 1803 – Paris, França, 1869) e a obra Sinfonia Fantástica, op. 14 (1830)
A Sinfonia Fantástica representa uma revolução na história do gênero sinfônico. Partindo da sugestão descritiva beethoveniana da Sinfonia Pastoral, referindo-se sempre às formas clássicas, a Fantástica inspira os poemas sinfônicos de Franz Liszt, cujas formas musicais têm potencial de suscitar imagens, de narrar histórias e até de transmitir conteúdos filosóficos. Nesta sinfonia, Berlioz utiliza um tema recorrente, a idée fixe, célula musical que percorre ciclicamente toda a composição. Berlioz deu à Fantástica o subtítulo “Cenas da vida musical de um artista”, sendo seu programa, segundo alguns comentadores, uma autêntica autobiografia romântica. A idée fixe, que representa a imagem obsessiva da amada do herói, seria o elemento condutor da narrativa e reaparece com variações, de acordo com o estado de espírito do sugerido eu-lírico. Berlioz descreve seu plano do drama instrumental em cinco movimentos: “Devaneios e paixões”, em que o herói oscila entre a experiência melancólica e o júbilo da expectativa de encontrar-se com a amada; “Um Baile”, cuja valsa sugere o encontro dos amantes; “Cena no campo”, que descreve uma noite de verão campestre, na qual a amante reaparece, perturbando a paz almejada pelo herói; “Marcha ao cadafalso”, que representa o sonho da morte da amada, sugerindo uma procissão lúgubre; “Sonho de uma noite de Sabá”, em que uma cena fantástica é descrita com sons sobrenaturais, conduzindo para uma dança grotesca no momento do sepultamento da amada.
Serviço: Filarmônica de Minas Gerais
Série Allegro
13 de julho – 20h30
Sala Minas Gerais
Série Vivace
14 de julho – 20h30
Sala Minas Gerais
Claudio Cruz, regente convidado
Camila Provenzale, soprano
GOUNOD Romeu e Julieta: Amour, ranime mon courage
DEBUSSY L’Enfant prodigue: L’année en vain chasse
BIZET Carmen: Intermezzo
BIZET Carmen: Je dis que rien ne m'épouvante
GOUNOD Romeu e Julieta: Ah! Je veux vivre
BERLIOZ Sinfonia Fantástica
INGRESSOS:
R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 70 (Balcão Palco), R$ 90 (Balcão Lateral), R$ 120 (Plateia Central), R$ 155 (Balcão Principal) e R$ 175 (Camarote).
Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.
Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.
Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br
Bilheteria da Sala Minas Gerais
Horário de funcionamento
Dias sem concerto:
3ª a 6ª — 12h a 20h
Sábado — 12h a 18h
Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:
— 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana
— 12h a 20h — quando o concerto é no sábado
— 09h a 13h — quando o concerto é no domingo
São aceitos: Cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa | Pix
ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS
A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação.
Conduzida pelo seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas.
O grupo recebeu numerosos menções e prêmios, entre eles o Grande Prêmio da Revista CONCERTO em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano.
Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, os Clássicos na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto.
A Orquestra possui 10 álbuns gravados, entre eles três que integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty. O álbum Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, foi indicado ao Grammy Latino 2020.
Ainda em 2020, a Filarmônica inaugurou seu próprio estúdio de TV para a realização de transmissões ao vivo de seus concertos, totalizando hoje mais de 80 concertos transmitidos em seu canal no YouTube, onde se podem encontrar diversos outros conteúdos sobre a orquestra e a música de concerto.
A Filarmônica realiza também diversas apresentações por cidades do interior mineiro e capitais do Brasil, tendo se apresentado também na Argentina e Uruguai. Em celebração ao bicentenário da Independência do Brasil, em 2022, realizou uma turnê a Portugal, apresentando-se nas principais salas de concertos do país nas cidades do Porto, Lisboa e Coimbra, além de um concerto a céu aberto, no Jardim da Torre de Belém, como parte da programação do Festival Lisboa na Rua, promovido pela Prefeitura de Lisboa.
A sede da Filarmônica, a Sala Minas Gerais, foi inaugurada em 2015, sendo uma referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico. Considerada uma das principais salas de concertos da América Latina, recebe anualmente um público médio de 100 mil pessoas.
A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Filarmônica vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.
Os números da Filarmônica (2008 a junho/2023)
1.467.778 espectadores
1.161 concertos realizados
1.278 obras interpretadas
119 concertos em turnês estaduais
39 concertos em turnês nacionais
9 concertos em turnê internacional
606 notas de programa publicadas no site
225 webfilmes publicados (20 com audiodescrição)
1 coleção com 3 livros e 1 DVD sobre o universo orquestral
4 exposições itinerantes e multimeios sobre música clássica
11 CDs lançados
1 Indicação ao Grammy Latino 2020 (CD Almeida Prado - Obras para piano e orquestra – Categoria de Melhor Álbum Clássico)
Foto: Rafael Tatari
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