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Projeto “Uma voz, um instrumento” recebe João Donato e Donatinho dia 13 de julho, no Centro Cultural Minas Tênis Clube
Dupla apresenta em BH o show “Sintetizamor”, que reúne canções do disco homônimo e releituras de clássicos da carreira de João Donato; ingressos já estão à venda
O brilhante arranjador, compositor e produtor João Donato, ao lado de seu filho caçula, Donatinho, grande referência musical no universo dos sintetizadores, pianos elétricos e instrumentos analógicos, são a segunda atração do projeto “Uma voz, um instrumento” edição 2019. A dupla sobe ao palco do Centro Cultural Minas Tênis Clube, dia 13 de julho, sábado, às 21h, para apresentar o show “Sintetizamor”, que reúne o melhor e mais inusitado da interseção criativa de ambos os artistas. Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do teatro e no site eventim.com.br, com valores de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
O show “Sintetizamor” é baseado em trabalho autoral e homônimo, composto inteiramente pela dupla, com produção musical e arranjos assinadas por Donatinho. Além do repertório do disco (De toda maneira, Quem é quem, Interstellar, entre outras), o espetáculo reúne clássicos da carreira de João Donato, como A rã e Emoriô, e músicas do premiado trabalho autoral de estreia de Donatinho, o disco “Zambê”.
Sobre o álbum, o crítico musical Mauro Ferreira afirma: “No todo, é como se o disco fosse um festa, aberta não por acaso com a efusiva De toda maneira (João Donato, Donatinho e Davi Moraes), música dançante, essencialmente pop, criada para os clubes da noite. Nessa atmosfera festiva, que evoca a disco music dos anos 1970 em Quem é quem (João Donato, Donatinho e Jean Kuperman) ao mesmo tempo em que recai nas pistas da década de 1980 e ecoa Justin Timberlake na futurista Interstellar (João Donato, Donatinho, Gabriela Rilley e Davi Moraes), Sintetizamor se equilibra entre referências do passado e do presente, soando vintage, mas paradoxalmente ligado no som contemporâneo da vasta galáxia pop.”
O projeto “Uma voz, um instrumento” é idealizado pelo gestor e produtor Pedrinho Alves Madeira e leva ao palco, como sugere o próprio nome, um intérprete em apresentação solo, ou na companhia de um ou dois músicos. Desde sua primeira edição, em 2016, o projeto já recebeu nomes de diversos segmentos da música brasileira, entre eles, Angela Maria, Zélia Duncan, Ed Motta, Edson Cordeiro, Teresa Cristina, Angela Ro Ro e Ana Cañas. A iniciativa é uma realização do Centro Cultural Minas Tênis Clube.
Foto: Renato Pagliacci
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