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IPVA atrasado: parcelar ou pegar empréstimo para quitar?
Especialista explica que cada contribuinte deve analisar se a parcela mínima cabe em seu orçamento e em qual situação o empréstimo pode ser a solução
Neste ano, o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) apresentou aumento médio de 32%, contribuindo com que a arrecadação fosse abaixo do esperado pela Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG). Desde o dia 19 de junho, os motoristas mineiros podem parcelar suas dívidas referentes ao imposto em até 12 vezes. No entanto, o valor mínimo de cada parcela deverá ser de R$ 200 e, portanto, débitos inferiores a R$ 400 não poderão ser parcelados.
O parcelamento poderá ser realizado em plataforma online, que permite aos proprietários de veículos consultar o valor total, acrescido de multa e juros, e realizar o pagamento de forma rápida e conveniente.
De acordo com o especialista em Gestão Financeira e Controladoria, professor da Una de Conselheiro Lafaiete, Sergio Luiz Moreira, os contribuintes devem estar cientes das consequências do não pagamento do IPVA dentro do prazo, que incide em multa fixada em 20% sobre o valor devido, além dos juros, que são calculados com base na taxa SELIC, referentes ao período de inadimplência. “Evitar a inadimplência é crucial para que o veículo não seja incluído na dívida ativa do estado, o que poderia resultar em apreensão do veículo, pagamento de multas e custos de estadia em um pátio”, explica.
Ainda segundo o professor, a possibilidade de parcelamento é uma oportunidade para regularizar pendências relacionadas ao IPVA. “É importante destacar que o contribuinte faça uma análise financeira para verificar se essa opção se encaixa em seu orçamento. Caso contrário, uma alternativa seria procurar um empréstimo mais acessível”, orienta.
O parcelamento dos débitos do IPVA 2023 é uma medida que visa auxiliar os motoristas mineiros a quitarem suas dívidas de forma mais flexível. Portanto, “é fundamental que os proprietários de veículos estejam atentos a suas obrigações fiscais e busquem regularizar sua situação para evitar problemas futuros”, ressalta, Moreira.
Foto: Divulgação
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