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IPHAN de Ouro Preto presente no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) de Ouro Preto, é parceiro do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, realizado pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em parceria com a Fundação Educativa Ouro Preto (Feop) e as prefeituras de Ouro Preto e de João Monlevade. Responsável pela curadoria de Patrimônio, o IPHAN, por meio da Casa do Patrimônio de Ouro Preto, traz para a edição de 2018 duas oficinas e o seminário 80 anos de Ouro Preto Patrimônio Nacional: desafios e perspectivas.
O Seminário tem como objetivo discutir os desafios do tombamento de Ouro Preto e a integração dos patrimônios material e imaterial. A proteção do maior conjunto urbano barroco do mundo está em pauta, a partir dos variados ângulos que visam o desenvolvimento integral das áreas cultural e econômica. Participam do Seminário George Alex da Guia (analista de infraestrutura em exercício descentralizado no Departamento do Patrimônio Material e Fiscalização-DEPAM/IPHAN), Michele Abreu Arroyo (presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - Iepha), Zaqueu Astoni Moreira (secretário de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto), Débora da Costa Queiroz (coordenadora do PAC Cidades Históricas em Ouro Preto), Efraim Leopoldo Rocha (secretário de Cultura, Turismo e Patrimônio de Mariana), Maria Cristina Rocha Simão (professora do curso superior de Tecnologia em Conservação e Restauro do IFMG Campus Ouro Preto e pesquisadora do Laboratório de Direito Urbanístico - LADU/ UFRJ), Deise Cavalcante Lustosa (diretora do Museu da Inconfidência), Márcia Arcuri (chefe do Departamento de Museologia da UFOP-DEMUL/EDTM), Ingrid da Silva Borges (diretora executiva do Sistema de Museus de Ouro Preto), Hermano Fabrício O. Guanais e Queiroz (diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial/IPHAN), Natália Brayner (coordenadora de Apoio a Bens Registrados do Departamento de Patrimônio Imaterial/IPHAN), Maria Elisabete Costa (chefe da Divisão de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular), Beatriz Muniz Freire (técnica da Superintendência do IPHAN do Rio Grande do Sul) e João Paulo Martins (diretor do Programa de Patrimônio Imaterial de Ouro Preto).
Para as oficinas, o IPHAN Ouro Preto traz o antropólogo José Marcio Barros, Dr. em Comunicação e Cultura pela UFRJ, professor do Mestrado em Comunicação da PUC Minas, coordenador da Pós-graduação em Gestão Cultural da UEMG e professor do Mestrado e Doutorado em Comunicação e Cultura da UFBA, acompanhado por Débora de Viveiros Pereira, historiadora pela PUC Minas, com especialização em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2013) e mestranda em Cultura e Sociedade na UFBA para a oficina Cidade, memória, afetos e afetações, de 7 a 10 de julho. O objetivo é explorar, por meio da fotografia e do áudio, a memória oral de seus moradores, os objetos biográficos que habitam os espaços da casa e os objetos narrativos no espaço público, de modo a revelar o afeto que a cidade desperta em seus moradores e a afetação, a imposição exacerbada, de um modo de ser e estar na história.
Já na oficina Nas veias de Ouro Preto, ministrada pelo geógrafo e fotógrafo Lucas de Godoy, pelo historiador e especialista em Barroco Mineiro pela Ufop André Castanheira Maia, e pelo fotógrafo e documentarista Marcello Nicolato, quatro rios de Ouro Preto (Tripuí, Caquente, Velhas e Gualaxo) são o fio condutor da experiência de redescoberta dos cursos d’água e da percepção do ambiente. O resultado final da oficina é um curta metragem realizado pelos alunos e ministrantes.
As inscrições para as atividades do IPHAN Ouro Preto no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana podem ser feitas neste link: https://www.sympla.com.br/festivaldeinverno2018
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