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Festival Cold Hot celebra os 50 anos de carreira de Toninho Horta
Jazz, blues, exposição fotográfica e gastronomia vão movimentar o Barro Preto nos dias 6 e 7 de julho
A quarta edição do festival Cold Hot chega com uma celebração especial, os cinquenta anos de carreira do músico e compositor mineiro, Toninho Horta. Entre os dias 6 e 7 de julho, a praça de eventos da Orquestra Filarmônica, no Barro Preto, será o local para quem deseja fazer uma imersão na cultura do jazz e do blues e, ainda, comemorar as cinco décadas de música de Horta. O evento tem entrada gratuita e os ingressos devem ser retirados na plataforma GoFree.
Acompanhado de sua banda, Orquestra Fantasma, o artista sobe ao palco do festival, no dia 6, para lançar seu novo álbum, “Belo Horizonte”. O disco é composto por um livro encarte de 120 páginas que conta a história de Horta, do Clube da Esquina e outras importantes passagens do cenário musical da capital mineira.
Mais de oito atrações musicais compõem o lineup do Cold Hot, dentre elas o grupo Minas Soul Blues Company, que contam com um repertório rico em blues e jazz e também com covers de Beatles, Queen e Led Zeppelin. Happy Feet Jazz Band, Berimbrown, Audergang, Enéias Xavier Quarteto com a presença do saxofonista Chico Amaral, Shelo & Lobo Blues Band e Thunder Blues também farão apresentações exclusivas.
Música, Fotografia e Arte
Não só de música se faz um festival. De mãos dadas com a programação, a exposição do fotógrafo Sérgio Poroger, “Cine Mu(n)do”, irá revelar os bastidores das salas de cinema ao redor do Brasil e do mundo, dando luz aos profissionais, como bilheteiros e projecionistas, que atuam para que a obra da sétima arte seja exibida com qualidade e precisão.
Com curadoria de Bob Wolfenson, Cine Mu(n)do dá sequência ao livro fotográfico Cold Hot, de Poroger, que inspirou o nome e o conceito do evento. A exposição é composta por 20 imagens que ilustram o trabalho em salas de cinema que fogem do circuito tradicional nos Estados Unidos, Holanda e Brasil (interior de São Paulo e Ceará/Fortaleza). “Passei por cenários diversos – dos grandes centros a pequenas localidades, ao redor do mundo. Os cinemas de rua não falam apenas sobre a história da indústria cinematográfica, mas, cada qual à sua maneira, ilustram dinâmicas sociais das cidades que os hospedam. Transformar esses encontros em imagem foi – e tem sido - o maior desafio”, enfatiza o fotógrafo.
Além da exposição fotográfica, intervenções de arte visual serão feitas pelo artista Leandro Caram, especialista em ilustração e pintura com técnicas que vão do pontilhismo ao abstrato. Para o festival, ele irá levar a exposição ‘Minha Cidade Natal’, na qual ele apresenta o seu olhar artístico e cheio de cores sobre pontos famosos da cidade como o pirulito da Praça Sete, Viaduto Santa Tereza e outros monumentos.
Gastronomia
Como atração a parte, a gastronomia do festival será pautada na diversidade e pluralidade de Belo Horizonte. Restaurantes renomados e também os denominados de ‘baixa gastronomia’, vão assinar o menu do evento. A curadoria ficará a cargo do produtor cultural Marcelo Wanderley Alves. O objetivo é promover um intercâmbio gastronômico e o reforçar o apoio à candidatura de Belo Horizonte como Cidade Criativa da Unesco por sua gastronomia.
Foto: Vitor Maciel
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