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1º Festival Sindical da Canção
Os selecionados desta primeira edição se encontrarão no dia 1° de julho no Clube Ases – Belo Horizonte
O 1º Festival Sindical da Canção, realizado pelo Coletivo Pensando o Movimento e a Associação Cultural de Luta Popular e Sindical – LPS é um veículo de transmissão da cultura e dos valores que a classe operária tem a apresentar ludicamente, como contribuição à sua própria história na luta de classes. Tendo entre seus objetivos a valorização da música como instrumento de transformação social.
Todos os participantes foram avaliados pela curadoria, presidida por profissionais que atuam no mercado da música. Devido ao grande sucesso foram selecionadas 20 canções de artistas/compositores que irão se apresentar no dia 1° de julho no clube Ases, no bairro Cidade Nova, que contará com a participação de membros renomados da atividade musical para eleger os vencedores. Com isso, o Festival Sindical da Canção estimula o reconhecimento desses artistas/compositores, colaborando para o aprimoramento continuo da cultura nacional.
Selecionados da primeira edição:
Banda Enversos - João Brasileiro
Banda O Plano - O Plano
Bruno Cupertino – Sambê
Ciro José - Cego Calado
Djalma Não Entende de Política - Figuras de Animais e Homens
Eni Carajá, Tula Black e Carlos Carajá - Pacto de Paz
Erê do Samba - Samba Aqui, Samba Lá
Flávio Roberto dos Reis - Guia de Luz
Gabriel Souzinha - Homem do Futuro
Jadiel Guerra – Tuia
João Gabriel & Thyago - Lugarzinho Bão de Morar
Laécio Beethoven - O Amor em Três Sonetos
Marina Sabina Apeia - Herdeiras de Antonio Conselheiro
Marcos Catarina - Um Rio Chamado Tempo
Mauro Bainha - Um Filho Teu Não Foge à Luta
MC Sork - Além da Loucura
Senhor Kalota - Só Pra Me Divertir
Tato Moura – Travessias
Trio Magujé - Negra voz
Walter Dias - Meu Jardim Brasileiro
As vinte músicas classificadas serão apresentadas ao vivo e estarão concorrendo à premiação:
1º lugar – R$ 6.000,00
2º lugar – R$ 2.500,00
3º lugar – R$ 1.500,00
Melhor intérprete – R$ 1.500,00
Melhor letra – R$ 1.500,00
Show de abertura:
Tutu do Tacacá, a banda se propõe a fazer uma releitura do Carimbó, ritmos do Pará que tem nas suas origens as culturas indígena, africana e portuguesa.
Show de encerramento:
Marcelo Veronez, com o show de rock melodramático “Não sou nenhum Roberto”. Cantor, ator e pesquisador das relações entre performance de palco e teatralidade na construção da identidade da música brasileira, é também diretor de teatro e de shows e, atualmente, apresenta na Rádio Inconfidência FM a coluna semanal “EvoéBacô”, dentro do programa “A noite vai ser boa”.
Assista: https://www.youtube.com/watch?v=Kl14MEBBoNg
Sobre o festival
O festival é organizado pelo Coletivo Pensando o Movimento e Associação Cultural de Luta Popular e Sindical – LPS, e é patrocinado por entidades sindicais.
Foto: Divulgação
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