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Filarmônica de Minas Gerais apresenta as formas musicais com o regente convidado Anderson Alves, Em apresentação gratuita, nos concertos para a juventude

No dia 23 de junho, às 11h, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais realiza mais uma edição dos Concertos para a Juventude. O concerto terá regência do maestro convidado Anderson Alves, um dos jovens regentes que participou de uma das dez edições do Laboratório de Regência promovido anualmente pela Orquestra. Enquanto os Concertos para a Juventude buscam promover descobertas e encontros com a música sinfônica, o Laboratório de Regência está atento ao compasso com as novas gerações de regentes. A união dessas duas frentes educacionais da Filarmônica resultou em repertórios diversificados e abrangentes. Os Concertos para a Juventude têm entrada gratuita e seus ingressos serão distribuídos a partir do dia 18 de junho, ao meio-dia, na bilheteria da Sala Minas Gerais.

O concerto terá como tema as Formas Musicais, com as obras As bodas de Fígaro, K. 492: Abertura, de Mozart; Sinfonia nº 4 em fá menor, op. 36: Scherzo: Pizzicato ostinato, de Tchaikovsky; Dança Eslava, op. 72, nº 2 em mi menor: Allegretto grazioso, de Dvorák; Carmem: Suíte nº 1, de Bizet; Finlândia, op. 26, de Sibelius; Danças Sinfônicas, op. 64: Allegro moderato e marcato e Allegretto grazioso, de Grieg; e Fantasia para Orquestra Sinfônica, de A. Alves.

Os próximos Concertos para a Juventude estão marcados para 18 de agosto (O resumo da ópera – Regência de Edson Piza), 29 de setembro (Identidades sonoras – Regência de Natalia Larangeira) e 24 de novembro (Corpo em movimento – Regência de José Soares).

Estes concertos são apresentados pelo Ministério da Cidadania, Governo de Minas Gerais e Localiza Hertz e contam com o apoio cultural do Instituto Unimed-BH viabilizado pelo incentivo dos de mais de 5 mil médicos cooperados e colaboradores da Cooperativa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio Amigos da Filarmônica por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Anderson Alves, regente convidado

Anderson Alves é maestro, compositor e pianista. Graduado pelo Conservatório Brasileiro de Música, foi finalista do Concurso Jovens Regentes da Sinfônica de Porto Alegre em 2011 e regeu as orquestras Sinfônica Nacional, da Universidade Federal Fluminense, Sinfônica de Heliópolis e Sinfônica de Barra Mansa. Participou do Laboratório de Regência em 2015.

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Criada em 2008, desde então a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral. O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano. Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, insígnia diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país.

O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com os títulos de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e de Organização Social (OS), um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados.

Foto: Lais Martins.

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