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Escritor premiado, José Roberto Moreira de Melo lança livro “O Bicho de Pedra Azul”

Escritor premiado, José Roberto Moreira de Melo lança livro no 2º Coquetel Solidário da AKA, em benefício de hospital de Araçuaí

No dia 17 de junho, o escritor mineiro José Roberto Moreira de Melo lança seu 12º livro, “O Bicho de Pedra Azul”, dentro da programação do 2º Coquetel Solidário da AKA, que será realizado em Nova Lima, a partir das 15h, com renda revertida para o Hospital São Vicente de Paula, de Araçuaí (MG). Além dos exemplares impressos, que poderão ser adquiridos durante a festa, a obra está disponível em versão digital no site da Amazon (amazon.com.br).

Promovido pela Associação dos K-iauzeiros Ausentes (AKA), entidade liderada pelo empresário e empreendedor social André Orsine, o evento beneficente será open bar e open food e terá, ainda, shows musicais e bazar. Mais informações sobre o 2º Coquetel Solidário: (31) 99695-5825.

O livro

Em “O Bicho de Pedra Azul” é narrada a conturbada trajetória de Idalino Rocha, típico menino travesso do arraial do Jiribibi, que cresce cometendo pequenas contravenções, mas, quando adulto, sob a proteção do Bicho de Pedra Azul, se torna ladrão de pedras preciosas e jagunço dos mais temidos na região. “O Bicho é um personagem do rico folclore do Vale do Jequitinhonha, que, segundo a crendice popular, escolhia as crianças que acompanharia ao longo da vida, sabendo que elas seriam capazes de fazer tudo o que ele queria, se tornando más, cheias de pecados e ruindades”, conta José Roberto, que nasceu e passou sua infância em Araçuaí, convivendo com o realismo mágico das histórias do povo do Vale.

“O Bicho de Pedra Azul” é o sexto título da coleção “Jequitinhonha, a terra, a gente” e traz também a novela “O mascate da Bahia-Minas”. A história se passa na pequena cidade de Jenipapo, um paraíso no Vale do Jequitinhonha, onde um mascate da Estrada de Ferro Bahia-Minas vive tranquilamente com sua amada, até receber duas notícias que, de formas bem diferentes, o colocarão cara a cara com a morte.

O autor

Mineiro de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, advogado tributarista, funcionário de carreira da Receita Federal e professor universitário aposentado, José Roberto Moreira de Melo estreou na literatura em 1989, aos 43 anos, com a coletânea de contos “A Mansão Hollywood. Em 1990, venceu o concurso nacional de literatura Prêmio Cidade de Belo Horizonte, com o romance “O mistério de São Sebastião”. Também é autor da novela policial “Armação em Búzios” e das coletâneas “Memórias execráveis” (contos) e “Tempos de enfado” (artigos que tratam da velhice, numa linguagem coloquial e bem-humorada). Desde 2021, José Roberto se dedica à produção da coleção “Jequitinhonha, a terra, a gente”, da qual “O Bicho de Pedra Azul” é o sétimo título.

A coleção

A coleção “Jequitinhonha, a terra, a gente” é um projeto pessoal do escritor José Roberto Moreira de Melo, visando valorizar e divulgar a cultura popular e a história da colonização da região do Vale do Jequitinhonha. Os livros começaram a ser lançados em 2021 e, além de se inspirar nas suas memórias de infância, o escritor busca informações em publicações de outros autores interessados no tema, além dos depoimentos do seu irmão, Elson Melo, já falecido, que foi promotor de justiça em várias cidades do Vale. “Ele era um estudioso da região e conhecia, como ninguém, detalhes do dia a dia das pessoas que ali vivem. De certa forma, a coleção é também uma homenagem que presto à sua memória, para mim inesquecível”, destaca José Roberto.

Antes de “O Bicho de Pedra Azul”, foram lançados “A Virgem de Gravatá”, que conta a trajetória de uma família influenciada por uma crendice religiosa; O Rio das Araras Grandes”, narrando a saga de Luciana Teixeira, mulher à frente de seu tempo, empresária e fundadora da cidade de Araçuaí, no século XIX; “Nanuque, o herói do Mucuri”, épico sobre a atuação dos indígenas da região, ao lado do empresário Teófilo Otoni, no desbravamento da região, também no século XIX; e “O último trem para Filadélfia”, uma crônica policial, cujo cenário é a Estrada de Ferro Bahia-Minas, linha férrea que ligava, entre 1882 e 1966, o norte de Minas, passando por Araçuaí, Teófilo Otoni, então denominada Filadélfia, Carlos Chagas e Nanuque, ao sul da Bahia, com paradas em Caravelas, Alcobaça e Ponta de Areia.

Foto: Divulgação

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