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“A Turma da Savassi” tem novos lançamentos

Elevada ao status de bairro em 2006 depois de ser desmembrada do Funcionários, a antiga região da Savassi, em Belo Horizonte, surgiu de uma praça cujo apelido foi herdado da panificadora mais conhecida da cidade. Em torno dela, no início dos anos 1940, formou-se a Turma da Savassi, que por duas décadas reuniu jovens festeiros e briguentos que fizeram fama. Se a padaria deu nome à turma, há quem diga que foi a turma que popularizou o nome e também a região que virou bairro.

A história é contada pelo escritor e jornalista Jorge Fernando dos Santos no livro “A Turma da Savassi... que virou nome de bairro”, publicado pela Quixote + DO Editoras Associadas. O lançamento recente mobilizou a mídia local. Em apenas duas sessões de autógrafos (uma na livraria Quixote e outra no Minas Tênis Clube) foram vendidos cerca de 300 exemplares. Dois novos lançamentos estão programados: dia 19/6, terça-feira, às 19h30, no projeto Universidade Livre da Academia Mineira de Letras (Rua da Bahia, 1466); e dia 23/6, sábado, às 17h30, na Modernos Eternos – Feira Boutique de Decoração (Rua Sebastião Dayrell de Lima, 80, Mangabeiras).

O livro foi escrito a convite do compositor Pacífico Mascarenhas, um dos mais conhecidos integrantes da velha turma que agitou a cidade com brigas, bailes, serenatas e muita boemia. “A Turma da Savassi” também conta a história da padaria que deu nome ao bairro, desde a vinda dos italianos Giacomo e Catarina para o Brasil, em 1886, até o encerramento dos negócios, na década de 1970. Emerge da narrativa uma Belo Horizonte bucólica, com suas praças floridas, seus cinemas de rua e a saudosa boemia pelo centro da cidade e no bairro Lagoinha – local também frequentado pela turma.

“A Turma da Savassi” traz encartado um CD com algumas músicas de sucesso de Pacífico Mascarenhas e um bônus, “Savassiar”, feito pelo autor em parceria com Luiz Enrique. Pacífico gravou vários discos com o Conjunto Sambacana e se tornou amigo de vários músicos e intérpretes que também gravaram suas composições. Entre eles Tito Madi, Claudette Soares, Nara Leão, Miéle, Luiz Eça, Roberto Menescal, Eumir Deodato e Milton Nascimento. Jorge Fernando tem 44 livros publicados em vários gêneros, entre eles a biografia “Vandré – O homem que disse não” (Geração Editorial), finalista do Prêmio da APCA em 2015, e a novela “Alguém tem que ficar no gol” (SM Edições), finalista do Prêmio Jabuti de 2014 na categoria Juvenil.

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