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CANTOR E COMPOSITOR MAMUTTE REALIZA SHOW GRATUITO NO TEATRO DE ARENA DO EDIFÍCIO RAINHA DA SUCATA, NESTE SÁBADO, 9/6

EVENTO FAZ PARTE DA SÉRIE DE CINCO APRESENTAÇÕES EM ESPAÇOS CULTURAIS EM DIFERENTES REGIÕES DA CIDADE

O artista Mamutte e sua banda fazem show na capital mineira, às 17h deste sábado, 9 de junho, no Teatro de Arena do Edifício Rainha da Sucata – Hub Minas Digital, na praça da Liberdade. Além das canções do novo álbum, “Epidérmico”, lançado no fim de 2017, Mamutte relembra o repertório de seu primeiro trabalho, o EP “Quase-disco”, de 2014.

O show faz parte da série de cinco apresentações realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo a Cultura de Belo Horizonte, Fundação Municipal de Cultura com patrocínio do UniBH. A série contempla espaços culturais em diversas regiões da cidade.

As edições anteriores aconteceram no Centro Cultural Zilah Spósito, no bairro Jaqueline, na região Norte de Belo Horizonte; no MIS Cine Santa Tereza; e no Teatro Raul Belém Machado, no bairro Alípio de Melo. “É interessante avaliar que nos apresentamos em espaços alternativos, como em uma escola e um antigo cinema, e em todas as ocasiões com plateias cheias. Conseguimos atingir públicosdiversificados, desde quem não conhecia nosso trabalho a pessoas que vieram do interior para ver o show, além dos convites que sempre fazemos às universidades e equipamentos da prefeitura, como os Centros de Convivência da Saúde Mental e as turmas da EJA, a Educação de Jovens e Adultos”, diz o artista.

O músico adianta que planeja realizar a quinta e última apresentação do projeto, ainda sem data, no Teatro Francisco Nunes, no Parque Municipal. Dessa forma, o show chega ao centro da cidade, lugar democrático e de fácil acesso, oportunidade para reunir diversos nichos de público e de celebrar os dez anos de trabalho que Mamutte completa em 2018, com um registro audiovisual da turnê que se iniciou em Belo Horizonte.

Produzido por Maurício Ribeiro, o novo álbum “Epidérmico” tem sonoridade pop, ao som dos violões de aço e nylon, teclado, guitarra elétrica, baixo e bateria. “O disco define fielmente o discurso do artista e da pessoa que habitam o Mamutte: uma celebração à diversidade, à coexistência, ao amor e ao respeito em tempos de tanto ódio e intolerância”, descreve o produtor.

Com canções predominantemente autorais, Mamutte se divide entre a irreverência e o romantismo. Ao mesmo tempo, as músicas deixam transparecer a inquietude do artista. As referências vão da MPB de Adriana Calcanhoto, Marina Lima e Gilberto Gil ao uruguaio Jorge Drexler, o que demonstra sua fluidez e adaptabilidade a qualquer vertente estética.

Foto: Rogério de Souza 

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