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Slow para Transformar, curso ministrado por Bruna Miranda, neste sábado, 27 de maio, no Atelier Amarelo, aborda conhecimentos e práticas do slow living

Neste sábado, 27 de maio, das 14h às 18h, acontece no Atelier Amarelo, em Santa Tereza, o curso Slow Para Transformar!, ministrado por Bruna Miranda, jornalista, escritora e idealizadora da plataforma Review Slow Living. São apenas 12 pessoas por turma, no máximo, para uma maior interação e aproveitamento.

O curso é voltado para interessados pelas abordagens do slow living e que queiram iniciar ou se aprofundar no assunto, tendo como base nosso manifesto: equilíbrio, escolhas conscientes, evoluir. Estudantes e profissionais de qualquer área, especialmente as que são ligadas à comunicação e a um estilo de vida que busca repensar. Marcas que já se sintonizam com o estilo de vida consciente ou que querem fortalecer sua atuação. Estão inclusos no workshop delícias veganas diversas da Manjê, textos e referências úteis para aprofundar ainda mais sobre os assuntos em casa, um exemplar da edição Dois do Guia Slow Living, certificado de participação e sorteio de uma consultoria de ideias com a instrutora do curso, Bruna Miranda, e de uma participação no Guia Slow Living Três | Brasil, em produção*.

Em uma época de incertezas como a que vivemos atualmente, é importante observarmos os crescentes movimentos que buscam melhorias por meio de novas percepções. Mais do que um período de crise, estamos passando por profundas transformações que abrangem todas as esferas de nossa vida pessoal e em sociedade. “O slow living chega para nos reconectar com nós mesmos, com as relações humanas, com os outros seres e, também, com o que consumimos. Uma proposta ampla e acolhedora que já se encontra em desenvolvimento em todo o mundo por uma incrível variedade de pessoas e deixa para trás uma visão utópica, atingindo em cheio realizações pessoais e profissionais seguindo a lógica do novo consumidor consciente, das inovações e de uma nova economia em formação”, diz Bruna Miranda.

Por meio de seu conjunto de valores, visões e ações, o slow living resgata o tempo saudável de se viver e de se criar e torna viável o desenvolvimento sustentável e as relações de transparência e consciência: as marcas começam a oferecer seus produtos e serviços alinhados a valores que vão além do preço e da identidade. Com o consumo consciente colocado em prática, as atitudes das empresas com relação à sua produção e a coerência de seu posicionamento afetam, cada vez mais, a decisão de compra das pessoas. O novo consumidor sabe da importância de seu poder de compra e quer saber como os produtos foram feitos, por quem, em que condições, com quais matérias-primas, se há um cuidado ambiental envolvido, se não há crueldade animal envolvida, se irão durar e ainda se serão, realmente, úteis em sua vida. Isso nada tem a ver com uma vida menos prazerosa, mas sim com a consciência do alcance de nossas escolhas e com a busca por menos excessos, esses desnecessários e desperdiçadores de dinheiro, tempo, recursos, espaço e energia.

“Um encontro para entender e analisar mais a fundo essas transformações, atuais e próximas, que abrangem vida e trabalho, desafios e oportunidades, equilibrar, inovar e evoluir. Para buscarmos e aplicarmos as inspirações e incentivos do slow no dia a dia, na criação de novas iniciativas e no desenvolvimento dos trabalhos já existentes e que pretendem se adaptar às novas demandas – vindas, principalmente, da crescente conscientização das pessoas e suas transformações, pessoais – ao buscar mais equilíbrio, foco, saúde e bem estar – e em sociedade – ao trabalhar, reunir, criar, compartilhar, confiar, comprar, refletir, questionar, demandar”, ressalta Bruna.

“Veremos como melhor abordar o slow living com seus enfoques práticos, para aprender, vivenciar e incentivar através do seu trabalho e de suas ações cotidianas. Para que se busque utilizar seu potencial de forma útil e eficaz, com mais coerência e confiabilidade. Para analisarmos o resgate de valores que o slow propõe e os conectarmos à vida tecnológica e acelerada das grandes cidades. Conciliação de sentimentos, pensamentos e o fazer, uma elevação interna, para si mesmo, em busca da essência e da liberdade que não reconhecíamos pelo caminhar dentro do piloto automático, da pressa, da rotina imposta, do que nos foi ditado como certo e necessário. Para uma vida e trabalho com mais significados e consciência, mais propósitos e transformações. Semear, regar, expandir, rever”, ressalta a fundadora do Review Slow Living.

Vamos expor a crescente abordagem das marcas, profissionais e iniciativas que têm a produção responsável – de baixa escala, artesanal, atemporal, que reutilizam, que operam com o comércio justo e etc – como foco e também o crescente número de pessoas que busca se informar sobre o consumo consciente e o bem viver baseado na simplicidade e na leveza.

E ainda, como comunicar o slow living de maneira a gerar um real engajamento? Como se inserir nesse contexto sendo um novo veículo/marca ou ainda em uma adaptação de temas a uma mídia/empresa já existentes?

 

Mais alguns tópicos que serão abordados:

O slow living e seus incentivos no cotidiano, na vida profissional, na comunicação.

O estilo de vida sustentável, verde, eco… e o rompimento com estigmas pré-estabelecidos.

Identificar e fugir do greenwashing.

Confiança, integridade, utilidade.

A nova economia: circular, colaborar e compartilhar.

O ativismo online como incentivo para mudanças reais.

O jornalismo slow (e outras propostas de comunicação) como inspirações para transformar.

 

Bruna Miranda

Jornalista e escritora inspirada pela busca por um viver mais consciente e significativo, idealizadora da plataforma Review e da revista Guia Slow Living. Percebe o slow como porta de entrada e fortalecimento para benefícios e transformações para o mundo, além de nos sintonizar a nós mesmos e ao meio como um todo. Também atua como palestrante e curadora de iniciativas que se alinham às propostas que compartilha e tem como propósito vivenciar e continuamente aprender sobre a busca por mais equilíbrio, escolhas conscientes e evoluir; para que todos possam, juntos, fortalecer incentivos e multiplicar benefícios.

Foto: Ismael Sant'Ana

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