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Casa Fiat de cultura convida orquestra de câmara Sesiminas para o programa música na capela

Orquestra apresenta um repertório que contempla obras eruditas e populares

A Casa Fiat de Cultura apresenta, no dia 26 de maio, às 11h, a Orquestra de Câmara SESIMINAS no programa Música na Capela. Sob regência do maestro Marco Antonio Maia Drumond, a orquestra traz um programa eclético, que contempla estilos de diferentes épocas. O concerto será realizado na Capela de Santana, localizada nos jardins da Casa Fiat de Cultura. A entrada é gratuita, com espaço sujeito a lotação (80 lugares).

A apresentação será aberta com o clássico chorinho Odeon, de Ernesto Nazareth, numa adaptação de Eliseu Barros. Na sequência, um desfile pelo repertório de épocas distintas: primeiramente, Divertimento em Ré Maior, de Mozart; depois, uma peça barroca, Suíte nº 3, de Bach; em seguida, o romantismo da Sonatenzatz, de J. Brahms, num magistral trabalho de orquestração de William Barros. O repertório erudito é finalizado com a Bachiana Brasileira nº 5, de Villa-Lobos.

O segundo momento do concerto vai contemplar obras de cunho popular do cancioneiro brasileiro e internacional: Jazz Standing, de Duke Ellington; Suíte, de Chico Buarque; La Muerte del Angel; de Astor Piazzolla. Também será interpretada uma compilação de duas canções da banda mineira Skank, Dois Rios e Vou deixar, seguida de A Pantera cor-de-rosa, de E. Mancini. O conhecido chorinho de Zequinha de Abreu, Tico-tico no fubá, encerra a apresentação.

Desde 2015, o Música na Capela busca ampliar a formação musical do público, ao oferecer apresentações de experientes corais e grupos de câmara, com repertório diversificado e acesso gratuito. O programa é uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Ministério da Cidadania, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Fiat Chrysler Finanças e do Banco Safra, e conta com apoio institucional do Circuito Liberdade, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), do Governo de Minas e do Governo Federal.

Maestro Marco Antonio Maia Drumond, regente

Nascido em Belo Horizonte, Marco Antonio Maia Drumond começou a estudar música, aos cinco anos de idade, com a educadora Célia Flores Nava. Em 1960, ingressou no curso fundamental de violino da Universidade Mineira de Arte – hoje, Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) –, onde frequentou a classe do professor Gabor Buza. Em 1974, foi admitido no curso de graduação em Regência da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), estudando sob a orientação do maestro Arthur Bosmans. Paralelamente, continuou o curso de violino com seu antigo professor.


Em 1981, obteve bolsa do governo polonês e seguiu para Varsóvia, onde realizou curso de pós-graduação em regência sinfônica e operística na Academia de Música Frederyk Chopin, estudando sob a orientação do maestro Henryk Czyz. Em 1983, em Weimar, frequentou curso de regência sinfônica com o maestro Kurt Mazur. De volta ao Brasil, assumiu, em 1986, a direção artística do Madrigal Renascentista e a regência da Orquestra de Câmara Sesiminas, da qual é maestro até os dias hoje. Retornou à Polônia em duas oportunidades para dirigir orquestras como as Filarmônicas de Walbrzych (1986) e de Szczeczyn (1992).

Orquestra de Câmara SESIMINAS

Com 33 anos de existência, a Orquestra de Câmara SESIMINAS foi fundada pelo Dr. Nansen Araújo, que foi presidente da FIEMG. Com o objetivo maior de garantir o acesso ao repertório camerístico de qualidade ao trabalhador da indústria mineira e seus dependentes, a Orquestra já conta com mais de 1.100 concertos realizados em locais que vão de pátios de fábricas, passando por hospitais e escolas, além das melhores salas de concertos da capital e de todo o estado de Minas Gerais.

Em sua trajetória, a Orquestra de Câmara SESIMINAS pôde atuar junto a solistas renomados como Nelson Freire, Antonio Meneses, Arthur Moreira Lima, João Carlos Martins, o violoncelista Antônio Meneses e o Duo Assad. No campo da música popular, artistas como Milton Nascimento, Vander Lee, Maria Gadu, Diogo Nogueira, e grupos como Skank e Jota Quest também puderam integrar sua rica programação.

Casa Fiat de Cultura

A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar as mais prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braile e atendimento em libras. Atualmente, 50 mostras de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 13 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 2,5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 400 mil participaram de suas atividades educativas.

 

Foto: Andre Fossati

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