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Elizabeth Gontijo lança “Marca D’Água”

Publicação de poesias tem prefácio de Antônio Sérgio Bueno

Diz-se que Mário Quintana (1906 – 1994), ao sentar-se para escrever numa noite, viu uma formiguinha atravessando um papel em branco e não escreveu mais nada, pois já acontecia ali, de forma sutil a poesia. Essa é a poesia de Elizabeth Gontijo em sua mais recente publicação. Intitulada “Marca D’Água”, o livro apresenta poemas sutis como a impressão leve e quase como um lampejo de beleza. “A marca d'água é sutilíssima. Não podemos vê-la facilmente. Na verdade, ela só se revelará a favor da luz. Eis o que busca o poeta: o mais secreto sob a aparência das coisas, esta marca que sinaliza o primordial”, explica a autora. O livro possui quatro partes distintas, “Roda”, que tem epígrafe de Clarice Lispector, “Ranhuras”, com epígrafe de Guimarães Rosa, “Indispensável”, com texto de Emily Dickinson, e “A mais ver”, com abertura de Guimarães Rosa. O escritor Antônio Sérgio Bueno fez o texto de abertura do livro. Elizabeth Gontijo é uma poeta reconhecida por meio dos prêmios BDMG Cultural de Literatura – 1992, na modalidade poesia pelo livro “De amoras e outras”, Academia Feminina Mineira de Letras com o prêmio Internacional de Literatura Brasil/América Hispânica – 2007 pela publicação “Setembros” e também o Prêmio Cecília Meireles (Poesia) – 2008 da União Brasileira dos Escritores com a obra “A Palma e o Verso”.

 

Data: 23 de maio
Horário: Terça, 19h às 21h30
Classificação: livre

Foto: Olando Bento

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