Notícias
MINISTÉRIO DA CULTURA E BRADESCO SEGUROS APRESENTAM “60! DÉCADA DE ARROMBA, DOC. MUSICAL”
Uma superprodução com 20 cenários, 300 figurinos e 10 toneladas de materiais de cenário, luz e led. Uma proposta de gênero autêntico e inovador, que reúne ferramentas de documentário, teatro e música. Com a rainha da Jovem Guarda Wanderléa liderando um elenco de 24 atores, cantores e bailarinos, e uma orquestra com 10 músicos, o espetáculo conta a história da década de 1960: um cenário político, social, comportamental e musical que marcaram época. Após quatro temporadas de sucesso e crítica em São Paulo e no Rio de Janeiro, com mais de 250 apresentações e 140 mil pessoas, o espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical” inicia a sua turnê pelo Brasil. Belo Horizonte irá receber a montagem nos dias 01, 02 e 03 de junho (sexta e sábado, às 20h30, e domingo às 18h), no Sesc Palladium.
“60! Década de Arromba – Doc. Musical” é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, Copatrocínio da Eurofarma, uma produção Brain+ e Reder Entretenimento, e Realização de Ministério da Cultura, Governo Federal, Brasil – Ordem e Progresso.
Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960. “Fiquei muito emocionada em receber esta homenagem justamente quando a Jovem Guarda completa 50 anos. Nunca havia imaginado integrar um grande musical”, diz Wanderléa.
Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960. A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.
O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira do amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”. “60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.
Se hoje em dia a discussão em torno do empoderamento feminino está em alta, já em 1960 mulheres marcaram época com frases que deram o que falar. “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”, afirmava a escritora francesa Simone de Beauvoir. Marilyn Monroe fazia sucesso e bradava “mulheres comportadas raramente fazem história”. Aqui no Brasil, mulheres como Leila Diniz também não ficavam atrás com atitudes e frases que marcaram história, como: “Na minha cama deita quem eu quiser”. Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.
“Escrever um doc. Musical foi começar do zero. Definimos que não seria biográfico e não seria ficcional, sem dramaturgia clássica. Tudo que está em cena se originou do documental, do fato, da história real. Não há personagens definidos, o elenco em cena são todas as pessoas que viveram aquela época. As músicas são cantadas na cronologia em que foram lançadas e fizeram sucesso. O espectador acompanha a narrativa do espetáculo ano a ano, relembra sua história e descobre novos acontecimentos”, conta o autor Marcos Nauer.
Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mescla humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine e I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma viagem no tempo!
O espetáculo é produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui. Em Belo Horizonte, a produção local é da PóloBH, com o apoio do Sesc em Minas.
Foto: Caio Gallucci
Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.
