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Conheça a história de Rick Alves: empresário que trabalha a arte e cultura em Minas Gerais
“A descoberta consiste em ver o que todos viram e em pensar no que ninguém pensou”. Albert Szent- Gyorgyi.
Inovação na arte e na cultura são poucos os profissionais que têm o talento de pensar “fora da caixa”. Mas o diretor, psicanalista e cineasta paulista Rick Alves cumpre muito bem este papel. Mineiro de coração, mora em Belo Horizonte desde 1998, quando fundou aos 21 anos Escola de Atores Espaço Cênico, que faz parte do cenário cultural do estado sempre trazendo jovens talentos e projetos culturais que já fazem parte do calendário de Belo Horizonte.
Rick é formado em Artes Cênicas, Psicologia e Cinema. Passou por importantes escolas como a EICTV de Cuba, onde estudou direção, com nomes como Eugênio Barba e Peter Brook o qual fizeram parte dos encontros em busca de conhecimentos. Estudou psicanálise em Buenos Aires, o que resultou no Livro “Inibição em Cena`, lançado em 2018 pela editora Crivo. O autor está trabalhando em sua segunda edição.
Rick afirma que; “O conhecimento faz parte da minha personalidade e buscá-lo é sempre imprescindível tanto na arte, psicanálise, cinema, psicodrama, psicologia médica, são ferramentas presentes nos trabalhos que realizo como diretor de atores, professor e direção artística para cantores, atores”; afirma Alves.
Renomado em sua área através da Escola de Atores Espaço Cênico o qual foi fundada por ele já passaram nomes conhecidos pela grande mídia como: Pedro Calais, (Banda Lagum), Clara e Sofia (dupla Clara e Sofia), Gustavo Fraga (cantor solo), Alan e Alex (dupla sertaneja). Os atores Michel Joelsas (o dia que meus pais saíram de Férias, Que horas ela volta) Guilherme Hamacek (TV Globo), Amanda de Godoi (TV Globo), Vandré Silveira (Jesus, TV Record). Os influencers, Lucas Rangel, Dani Diz (Agentes nada secretos, Netflix) Rick fez direção dos atores e supervisão de textos.
Sempre preocupado com as questões sociais da cidade, o diretor apoia projeto como "Fectipa", desde o ano 2000, onde oferece bolsas e participa contribuindo com a realização do projeto.
Como citamos inicialmente, pensar fora da caixa é uma das qualidades do diretor, durante o período da pandemia Rick teve que se reinventar. A escola ficou parada por dois anos devido aos fechamentos obrigatórios do lockdown. Mas neste período, mesmo com toda a situação preocupante, Rick trouxe a Belo Horizonte mais um espaço de cultura. Nesta ocasião construiu um teatro bolso na escola e ampliou o leque de espaços oferecendo mais projetos ao público.
E a novidade deste ano, é a parceria com o cantor Gustavo Fraga, onde juntos criaram em meio pandemia o projeto EPOPBH, que traz a protagonista a música pop autoral. Mas interagindo com as artes cênicas de forma geral para dar vida a cada encontro de maneira criativa, divertida e musical. O festival irá acontecer em setembro com a segunda edição com muitas novidades e conta com o apoio da Lei de incentivo à Cultura Municipal e Estadual.
Informações: Paula Granja Assessoria de Imprensa: (31) 996492968
Foto: Divulgação
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