Notícias

PROJETO TEM SHOWS NOS CCBBS DE QUATRO CIDADES SE ENCERRA EM BELO HORIZONTE CELEBRANDO, DE 18 A 20 DE MAIO, A FORÇA DO FEMININO EM ENCONTROS DE ARTISTAS DE DIVERSOS GÊNEROS E ORIGENS

NA CAPITAL MINEIRA, CANTAM FILIPE CATTO, MARIA GADÚ, FERNANDA ABREU, IZA, BADI ASSAD E TIÊ

Cantar o lugar onde o feminino está presente em todos e todas: essa é a ideia que guiou a criação do projeto FEMININO, que ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte entre 18 e 20 de maio.

“Nosso desejo é que o público vivencie a força e expressão do feminino com artistas que o carregam em seus universos – e, consequentemente, na obra que produzem”, diz Débora Ribeiro de Lima, idealizadora do projeto ao lado de Dani Godoy, do Ninas. “A proposta é produzir um antídoto de resiliência diante do momento mundial de tensão, carregado de insegurança e medo, suscitando no público uma consciência potente, mas amorosa e pacífica”, completa.

O primeiro show em Belo Horizonte tem Filipe Catto e Maria Gadú, encontro marcado por contrastes que se complementam. O gaúcho Catto, de voz de timbre agudo e um trabalho com temática e letras incisivas, encontra a paulistana Gadú, que traz uma música de extrema delicadeza, nos temas e formatos, interpretada por sua voz forte.

Em seguida, duas cariocas. Fernanda Abreu, garota sangue bom, compositora, cantora, vascaína, nascida na Zona Sul encontra a jovem Iza, criada no subúrbio de Olaria, lançando seu primeiro disco. São artistas com discursos e projetos ao mesmo tempo próximos e contrastantes - gerações diferentes, vivências diversas em uma mesma cidade e a convergência no balanço pop.

O terceiro e último show traz, dia 20/5, o encontro que a produtora Débora Ribeiro define como “doce”: a violonista e cantora Badi Assad com a cantora e compositora Tiê. A delicadeza da performance das duas artistas se combina e se multiplica. Com quatro discos gravados, a paulistana Tiê segue carreira sólida; Badi, vinda de família musical, faz turnês internacionais e se dedica à experimentação de sons com o violão, a voz e o corpo.

FEMININO já teve, no Rio, em Brasília e em São Paulo...

A etapa carioca, estreia nacional, em março, levou ao palco a veterana ELZA SOARES e a roqueira PITTY, em show marcado pelo luto e luta por Marielle Franco, na semana de seu assassinato. Seguiu com a dobradinha XÊNIA FRANÇA e AS BAHIAS, encontro do afropop com o duo transgênero formado por Assucena Assucena e Raquel Virgínia. Em Brasília, além de Xênia e As Bahias, estiveram no palco de Feminino ALICE CAYMMI, figura marcante e voz encorpada, e JALOO, jovem paraense que mistura pop internacional, eletrônico com música regional; e as doces figuras de BADI ASSAD com TIÊ, combinação de delicadeza e virtuosismo. Já em São Paulo, FERNANDA ABREU convidou IZA, ANELIS ASSUMPÇÃO e TULIPA RUIZ cantaram em homenagem a Serena e FILIPE CATTO recebeu MARIA GADÚ.

Foto: Luiz Tripolli

Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.