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Artistas do Bolsa Pampulha iniciam residência no MAP
Vindos de cinco estados – Minas, Bahia, Rio de Janeiro, Maranhão e Goiás, os dez artistas são Alex Oliveira (BA), Guerreiro do Divino Amor (RJ), David de Jesus do Nascimento (MG), Dayane Tropikaos (MG), Gê Viana (MA), Sallisa Rosa (GO), Sara Lana (MG), Simone Cortezão (MG), Ventura Profana (BA) e Desali (MG).
Durante o período da residência artística serão realizados encontros regulares com o coletivo curador, composto pelos coordenadores do JA.CA, Francisca Caporali, Samantha Moreira e Mateus Mesquita. Também acontecerão três encontros com a comissão de acompanhamento, formada pelas convidadas Beatriz Lemos, Júlia Rebouças e Mônica Hoff, além de representantes do JA.CA e do Museu de Arte da Pampulha.
Todos meses, haverá uma programação aberta ao público. A primeira acontecerá no dia 14 de abril (domingo), às 15 horas, no Museu de Arte da Pampulha com apresentação da curadora e pesquisadora Beatriz Lemos.
Francisca Caporali, diretora do JA.CA, conta que foi proposto para esta edição do Bolsa Pampulha um processo no qual profissionais mulheres foram convidadas para compor a comissão de seleção e de acompanhamento, e elas selecionaram um grupo que trata também de diferentes protagonismos e urgências de representatividade e identidade. “Desejamos que exista um convívio desses artistas com outros agentes da cidade e trabalharemos para a construção dessas redes”, relata.
O Bolsa Pampulha tem o propósito de estimular a produção e a pesquisa em artes visuais na capital mineira, contribuindo para o processo formativo da comunidade artística local e nacional.
"O programa é um dos projetos mais importantes da Fundação Municipal de Cultura. Realizado no Museu de Arte da Pampulha, é pioneiro em residências artísticas no Brasil. Trata-se de um programa de formação que propicia aos artistas um apoio financeiro para o desenvolvimento de pesquisas e trabalhos artísticos, com um acompanhamento de pesquisadores de trajetória reconhecida na área. De caráter experimental, o programa cria diálogos entre curadores e artistas, deslocando-os de seus contextos, trazendo para Minas Gerais discussões e reflexões sobre o que existe de mais atual em Arte Contemporânea brasileira”, afirma Fabiola Moulin, presidente da Fundação Municipal de Cultura.
Foto: Divulgação
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