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Espetáculo “Amor” - em BH
A Preqaria Cia de Teatro convida a todos para a estreia do espetáculo “Amor”, de 07 a 10 de Setembro, quinta a domingo, na Funarte – MG.
A esperança no amor é o mote do espetáculo que busca uma identificação direta por parte do espectador. A peça tem uma encenação aberta e direta cuja a proposta narrativa faz uma superposição de imagens cênicas e textuais criadas a partir da experiência amorosa dos integrantes do grupo e suas relações com o mundo. A discussão do sonho romântico imposto pela sociedade, a incomunicabilidade entre pares, são temas da peça que, sem preconceitos, lança mão das linguagens da dança, da máscara, do teatro e da Performance para criar um espetáculo contemporâneo.
“Amor” é um teatro-manifesto sobre o maior amor do mundo. Mas também sobre o amor que sufoca quando algumas coisas que não são ditas: o machismo, a homofobia, a violência contra a mulher. A corrupção não é amor, é uma forma de assassinato. Entre os gêneros se ama: o mesmo, o outro, porque o amor vai além de regras e normas. Ainda se ama, mesmo sem dizer, um pai que já se foi ou uma mãe que não tem capacidade de escutar. Os nossos fantasmas, os três últimos amores que morreram tragicamente e outros que resolvemos enterrar na memória.
Avançando na infindável pesquisa sobre a precariedade da existência humana a Preqaria Cia de Teatro compartilha da ideia de que algumas coisas que não dizemos para as pessoas que amamos deveriam ser ditas. Algumas coisas no olhar, na relação, nos encontros, no sonhar junto. Algumas coisas por traz das brigas, das raivas, das escolhas do conviver. Algumas coisas, das mais desimportantes, vão determinar quem somos, vão dizer detalhes do sonho pessoa que seriamos se pudéssemos nos amar sem medo.
O espetáculo “Amor” é um manifesto contra o medo de amar.
Sinopse
“Amor” é um teatro-manifesto sobre o maior amor do mundo. Mas também sobre o amor que sufoca quando algumas coisas não são ditas: o machismo, a homofobia, a violência contra a mulher. A corrupção não é amor, é uma forma de assassinato. Entre os gêneros se ama. O mesmo, o outro, porque o amor vai além de regras e formas. Ainda se ama mesmo sem dizer: um pai que já se foi, uma mãe que não tem capacidade de escutar. Os nossos fantasmas, os três últimos amores que morreram tragicamente e outros que resolvemos enterrar na memória.
Foto: Divulgação
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