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Geraldo Elísio, o Pica-Pau, lança o livro “Diálogo com Ratos”

Jornalista, escritor, poeta e artista multimídia lança seu 6º livro, no próximo dia 7, em Belo Horizonte, no Museu Inimá de Paula

O jornalista, escritor, poeta e artista multimídia Geraldo Elísio Machado Lopes, mais conhecido como "Pica-pau", um dos grandes nomes da imprensa de Minas, abre novamente a sua arca de matérias jornalísticas para nos evidenciar um pouco mais do que viveu em mais de 54 anos de jornalismo em Minas Gerais e mundo afora. "Diálogo com Ratos", da editora Letramento, é uma obra não ficcional que traz fatos sobre o jornalismo digital a partir de registros de uma realidade política que teve lugar em Minas Gerais durante os anos de 2003 a 2014. O livro será lançado no dia 7 de maio, segunda-feira, às 19h, no Museu Inimá de Paula.

Sobre o livro

O livro é uma narrativa complementar do Baú de Repórter – Memórias do Jornalismo Analógico, trazendo ao público a pesada história da atuação do autor, ainda em curso, do jornalismo digital.

Como nos relata Angela Carrato, jornalista e professora doutora do Departamento de Comunicação Social da UFMG, que assina o prefácio do livro: Diálogo com Ratos narra a trajetória abruptamente interrompida, do site de notícias NovoJornal, que entra para a história do jornalismo mineiro e brasileiro como uma espécie de Binômio ou Pasquim da era digital: muito à frente de seu tempo e disposto a proclamar, alto e em bom som, que o rei está nu e é corrupto.

Trata-se este livro de um relato a ser lido com atenção para que os seus propósitos não fiquem dispersos ou pareçam cultos àintolerância e propósitos antidemocráticos. Como já diziam os latinos, In veritas veritatis – A verdade é a verdade.

Sobre o autor

Nascido em Curvelo, Minas Gerais, no ano de 1942, Geraldo Elísio Machado Lopes, mais conhecido como Pica-Pau, conta com uma trajetória profissional de quase seis décadas, iniciada ainda na sua adolescência, na Rádio Clube de Curvelo, como locutor esportivo e chargista no jornal Curvelo Notícias e com feitos também na Rádio Cultura de Sete Lagoas.

Em 1966, desembarcou em Belo Horizonte, onde deixou sua marca nos jornais Diário Católico, Jornal de Minas e Estado de Minas, Rádio Itatiaia, além de produzir reportagens como freelance para as TVs Manchete, Bandeirantes e Rádio Guarani.

Acompanhou momentos importantes do futebol, da cultura e da política brasileira, e entrevistou várias personalidades. Em 1977, conquista o Prêmio Esso de Jornalismo Regional, pela reportagem em que ele denuncia tortura, em plena Ditadura Militar. Ocupou cargos públicos como o de subsecretário de Cultura do Estado.

É autor de romances, poeta, letrista, cineasta e ainda se arrisca nas artes plásticas. O jornalista que se mantém a frente de seu tempo, traz vários escritos nas mídias digitais e tem editado o liro “Plenário à Moda Antiga” (2002), pela Editora Sograf – trabalho que versa sobre o folclórico político nacional e mineiro. “Toada de Asfalto” (2015), seu primeiro romance, “Baú do Reporter – Memórias do Jornalismo Analógico” (2016), autobiografia em que descreve sua trajetória como jornalista e radialista e “Centelhas – haikais, poesias e contos curtos” (2017), uma reunião de versos escritos ao longo de sua vida, ambos assinado pela Neutra Editora. Diálogo com Ratos – Censura e perseguição no Jornalismo Digital (2018) é a sua estreia pela Editora Letramento.

Foto: Charlles Hoffert

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