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BH Choro celebra o Choro em sua 12ª Edição

Tema da edição: A hora e a vez dos Clubes de Choro

A 12ª edição do Projeto BH CHORO levará palestras e shows de pesquisadores e artistas de várias partes do Brasil para o coração do bairro boêmio belo-horizontino, a praça Santa Teresa (Duque de Caxias), nos dias 29 e 30 de abril e no dia 1º de maio, a partir das 16h. O tema desta edição, “A hora e a vez dos Clubes de Choro” é uma homenagem aos clubes espalhados por todo o país, que contribuíram e continuam a contribuir para a divulgação e preservação do gênero, para que ele tenha o “status” que tem hoje. Pela primeira vez reunidos em BH, participarão do festival clubes de choro de Belo Horizonte (MG), Betim (MG), Brasília (DF), Niterói (RJ) e Santos (SP).

projeto é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Cultural Vale e apoio do Clube do Choro de Belo Horizonte, e realização da Idear Produção e do Ministério da Cultura. BH CHORO, cuja primeira edição foi realizada em 2008, no mesmo local, contribuiu para que o choro, gênero musical genuinamente brasileiro, tenha hoje em Belo Horizonte diversas apresentações de música ao vivo, todos os dias da semana. Prova indiscutível de que existe um belo caso de amor entre o choro e os moradores da cidade.

Pesquisadores do tema afirmam que o choro tem a mesma importância que o jazz para os norte-americanos e o tango para os argentinos. O produtor musical Japones Katsunori Tanaka diz: "Só existem dois gêneros que podem se comparar ao choro, historicamente e musicalmente: o jazz americano e o tango argentino."

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. São mais de 300 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org

PROGRAMAÇÃO:

Dia 29 de abril – Sábado

16h às 18h Palestra: VIDA DE MÚSICO DE CHORO - Alegrias e Percalços – Palestrantes: Hélio Pereira e José Cicero (músicos autodidatas, profissionais e sócios do Clube do Choro de BH), Mediador: Acir Antão (radialista, pesquisador, historiador e presidente do Clube do Choro de BH);

18h CLUBE DO CHORO DE SANTOS

20h CLUBE DO CHORO DE BETIM

Dia 30 de abril – Domingo

16h às 18h Palestra: A FORMAÇÃO DE MÚSICOS DE CHORO - Ensino e Prática – Palestrantes: Prof. Marcos Flávio Freitas (UFMG/Sócio Clube do Choro de BH) e Prof. Henrique Neto (Escola de Música Raphael Rabello, do Clube do Choro de Brasília), Mediador: Prof. Marcelo Chiaretti (UFMG/Sócio Clube do Choro de BH);

18h CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE

20h CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA

Dia 01 de maio – Segunda-feira

16h às 18h Palestra: EVENTOS DE CHORO EM PRAÇA PÚBLICA – Experiências – Silvério Pontes (trombonista, criador do coletivo Choro na Rua e diretor do Clube do Choro de Niterói) e Paulo Ramos (Diretor da Idear, curador do festival e diretor do Clube do Choro de BH), mediador Silvio Carlos (pesquisador/músico violão sete cordas e sócio do Clube do Choro de BH);

18h VELHA GUARDA DO CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE

20h CLUBE DO CHORO DE NITERÓI

Serviço:

BH CHORO - 12ª Edição

Shows e Palestras com: Clube Do Choro De Santos, Clube Do Choro De Betim, Clube Do Choro De Belo Horizonte, Clube Do Choro De Brasília, Velha Guarda Do Clube Do Choro De Belo Horizonte e Clube Do Choro De Niterói

Dias 29, 30 de abril e 01 de maio, a partir das 16h
Local das apresentações: Praça Duque de Caxias – Santa Tereza
Acesso gratuito, censura livre e acessibilidades

Mais informações:

www.facebook.com/idearproducao
www.instagram.com/idearproducao

GRUPOS ARTÍSTICOS

CLUBE DO CHORO DE SANTOS

O Clube do Choro de Santos foi fundado em 23 de abril de 2002, na data em que se comemora o Dia Nacional do Choro, em homenagem a Pixinguinha. Tem como patrono Aníbal Augusto Sardinha (Garoto). É uma associação sem fins lucrativos, que desenvolve inúmeras ações culturais buscando preservar as tradições e difundir o choro. Fundado por um grupo de amigos apaixonados pela causa e todos, de alguma maneira, ligados a música. A inauguração aconteceu nas dependências do bar e lanchonete do SESC Santos. O Clube possui diversas formações artísticas com nomes de destaque do choro.

Mantêm, há 9 anos, a Escola de Choro e Cidadania “Luizinho 7 Cordas” nas dependências do Mercado Municipal, na Vila Nova, região de cortiços, em Santos., Tradicionalmente, há 5 anos, todas as quintas feiras, das 19h às 23h, ocorre a roda de choro em sua sede social, no centro histórico de Santos. Fomentando um espaço intergeracional, reunindo os alunos da nossa escola, músicos profissionais e amadores, possibilitando o encontro e intercâmbio de experiências, transformando-se em um ambiente propício à troca de informações, sobre tudo o que acontece em relação ao choro. Fomento e transmissão dessa cultura presente na Roda de Choro, um patrimônio imaterial que se transmite através da oralidade, da gestualidade, das regras espontâneas que acontecem na relação entre os músicos e os instrumentos, a improvisação, o respeito e o apreço pela beleza estética e a virtuosidade ética. Também, mantém contato constante com nossos amigos e parceiros espalhados pelo Brasil, desde Belém do Pará até Porto Alegre (RS), sendo esse um fator de integração magnífico, fortalecendo cada vez os nichos de Choro que existem neste país de dimensões continentais.

O grupo formado para a apresentação que abre este festival, será composto pelos artistas: Arizinho 7 cordas, Caio Forster na viola de arco, Osvaldinho do Cavaco Brasileiro, Luan Pablo Pinho no clarinete , Cesar Feitiço no bandolim e Nino Barbosa no Pandeiro.

CLUBE DO CHORO DE BETIM

O CLUBE DO CHORO DE BETIM desenvolve desde sua fundação, em 04/08/2003, trabalho voltado para a performance na interpretação do gênero musical Choro. Vem se apresentando em variados eventos e festivais, sempre trazendo um show envolvente, dançante e bem fundamentado nos maiores compositores e intérpretes do gênero, com interpretações e arranjos próprios. O grupo é composto por 7 músicos de extremo reconhecimento no meio musical do estado de MG.

Suas apresentações sempre se caracterizaram pela alegria e maestria nas interpretações. Presença constante em vários festivais de choro por toda a Minas Gerais.

Integrado por grandes artistas, todos residentes na cidade, é um patrimônio cultural do município, onde se constitui como um verdadeiro motor gerador de vocações culturais e artísticas. Marcos Flávio (trombone), Henrique Martins (Violão 7cordas), Ramon Braga (Pandeiro), Cleidiano Machado (Cavaquinho), Juninho Braga (Cantor), Dudu Braga (Cavaquinho) e Pedro Mota (Trompete),

CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE

O Clube do Choro de Belo Horizonte tem as suas origens nas reuniões semanais das quintas-feiras, no Bar do Bolão, no bairro Padre Eustáquio, onde vários músicos, amadores e profissionais, se reúnem, desde 1993 até hoje, em maravilhosas rodas de choro, abertas a todos os apreciadores de boa música, bom papo, agradável convivência, regadas a cervejas geladas.

A partir destas reuniões foi fundado, em 31 de maio de 2006. É uma instituição sem fins lucrativos totalmente voltada para o incentivo e a divulgação da música – e em especial, o gênero choro – através de atividades de instrumentistas, compositores e intérpretes, que se dedicam ao estudo e apresentações de audições musicais em casas de espetáculos, praças, bares e espaços culturais. Atualmente, seu quadro de associados, composto por amantes do choro e músicos, soma 80 sócios.

Na sua bagagem, apresentações em várias cidades do estado de MG, no país e no exterior. Dentre elas, com grandes nomes do cenário do Choro, tais como Hamilton de Holanda, Zé da Velha, Silvério Pontes, Henrique Cazes, Izaias Almeida, Yan Coury, e outros.

Possui várias formações de grupos de choro. Desta feita, os integrantes serão:

Hélio Pereira (Bandolim), José Cicero Gonzaga (Acordeom), Fred (Pandeiro), Juliana D´Avila Andrade (Flauta), Geraldo Magela (Violão 7 Cordas), Rodrigo Alonso Mattos (Cavaquinho) e Nilton de Assis (Surdo).

CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA

O presidente Juscelino Kubitschek, com sua paixão pela música popular brasileira, leva para a futura cidade o violonista Dilermando Reis, chorão e seresteiro. Assim, pelas cordas do violão de Dilermando, o choro e a seresta ecoam na noite estrelada do Planalto Central, quando a nova capital ainda não passava de um sonho.

Em 9 de setembro de 1977, em reunião na casa de Odete Ernest Dias, foi fundado o Clube, tendo o citarista Avena de Castro se tornando o seu primeiro presidente.

O grupo de choro do Clube do Choro de Brasília adota a denominação artística “Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre”. Já se apresentaram com grande sucesso em mais de 20 países da Europa, África, Ásia, América do Sul e América do Norte.

Além de clássicos compostos por Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim, o grupo mostra também as tendências mais modernas do Choro. O show que será apresentado terá um formato pedagógico, capaz de agradar tanto aos fãs de carteirinha como àqueles que ainda não tiveram oportunidade de conhecer este gênero seminal da Música Popular Brasileira.

Em 2017, fizeram uma turnê pela Europa, onde participaram do 14º Festival do Choro em Paris (França) e do Festival de Roterdã (Holanda), além de tocar no Museu do Fado em Lisboa (Portugal), no Irã, Kuwait e Emirados Árabes.

Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, mas sem medo de dogmas, o conjunto "sacode a poeira", fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do Choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias. O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com monstros sagrados da MPB, de Nelson Cavaquinho a Clementina de Jesus, de Moraes Moreira a Armandinho, de Abel Ferreira a Paulo Sérgio Santos, de Raul de Barros a Dona Ivone de Lara, de Waldir Azevedo a Paulinho da Viola, de Hermeto Paschoal a Sivuca.

O grupo é formado por Reco do Bandolim (bandolim), Henrique Neto (violão 7 cordas), George Costa (violão 6 cordas), Marcio Marinho (cavaquinho) e Valério Xavier (pandeiro)

VELHA GUARDA DO CLUBE DO CHORO DE BH

O termo “Velha Guarda” tem sua origem, pelos idos de 1970, quando o sambista Paulinho da Viola reuniu os baluartes mais representativos da escola de samba da Portela, para gravar o álbum “Portela Passado de glória”.

Com o sucesso do grupo, esta denominação passou a ser utilizada pelos grupos de mais idade, fundadores ou integrantes das agremiações musicais, detentores de saberes e conhecimentos que, nesta condição, passaram a transmitir para os mais jovens.

Não é outro o intuito da formação deste grupo de choro integrado por sócios do Clube do Choro BH, mestres em suas artes, que se juntam esporadicamente, para cumprir os objetivos do clube: divulgar o gênero musical Choro, permitindo, a cada apresentação a oportunidade de conferir o que estes mestres são capazes de apresentar e de transmitir para as gerações futuras.

Desta feita, os integrantes deste grupo serão: Zé Carlos “Chorão”, no cavaquinho, no pandeiro - Oszenclever Camargo, Silvio Carlos, com seu violão de sete cordas, Carlos Walter, no violão de seis cordas, ao acordeom, José Cícero Gonzaga, Hélio Pereira, no Bandolim e completando o time, outro “caçula”, Marcos Flávio ao Trombone.

CLUBE DO CHORO DE NITERÓI

O Clube do Choro de Niterói é um movimento criado com o objetivo de incentivar a disseminação deste que é considerado o primeiro gênero musical urbano brasileiro. Sua fundação ocorreu em 28 de janeiro de 2013.

A música niteroiense é reconhecida em todo país, responsável por revelar grandes nomes do choro, como Carlinhos Leite e Jonas do Cavaquinho, que representaram a cidade no cenário internacional do choro, ao participarem da formação original do grupo Época de Ouro, ao lado de Jacob do Bandolim. Em outro momento, surgiram bambas como Ronaldo do Bandolim, Silvério Pontes, Rogério Souza, Márcio Hulk e tantos outros. O cenário musical da cidade vive, felizmente, uma constante renovação, com o surgimento de novos nomes, capazes de manter a tradição e acrescentar mais qualidade artística ao cenário musical local.

O time, desta vez, é um verdadeiro Butantã: só tem cobra. Silvério Pontes – (Trompete), Ronaldo do Bandolim – (Bandolim), Rogério Caetano – (Violão 7 cordas), Bebê Kramer – (Acordeom), Pedro Franco – (Violão), Netinho Albuquerque – (Pandeiro) e Whatson (Clarinete).

Foto: Divulgação

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