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Festival Botecar é opção de lazer na Semana Santa

Festival tem pratos para todos os gostos, inclusive para quem não come carne

Durante a Semana Santa, o peixe costuma ser o protagonista nas refeições de muitos brasileiros, especialmente na Sexta-Feira da Paixão. E o Festival Botecar é uma boa opção para quem quer degustar a iguaria neste feriado.

Um dos pratos dos 35 bares que participam da sexta edição do evento é o Rei do Congo: filé de cascudo temperado e peneirado no fubá, acompanhado de molho especial de leite de coco, azeite de dendê e camarão triturado.

O prato foi criado especialmente pelo Chico do Peixe para concorrer ao título de campeão do Botecar deste ano. Como a refeição serve duas pessoas, é uma ótima oportunidade para escolher uma boa companhia e curtir o feriado prolongado.

Congado

O tema do Botecar deste ano é o Congado, festa que recria a coroação do Rei do Congo e é realizada no Brasil desde o século XII, unindo a religiosidade às raízes da cultura afro-brasileira,

Quem mora em Minas Gerais, principalmente no interior do estado, certamente já teve a oportunidade de ver de perto uma festa de Congado. Na ocasião, os participantes, mais conhecidos como congadeiros, entoam cantos dramáticos ao som de instrumentos de percussão, como tambores, cuícas e pandeiros.

O Congado é culturalmente ligado à gastronomia mineira. De acordo com a tradição secular, ao longo do trajeto, os moradores oferecem comidas típicas e quitutes aos participantes.

Sobre o Botecar

O Botecar foi criado em 2014 e entrou para o calendário dos principais eventos de Belo Horizonte. Os participantes são bares tradicionais e apreciados da capital, que preservam as raízes culturais dos botecos. O resultado é a valorização, o desenvolvimento e aprimoramento do setor na cidade.

Na 1ª edição, a Copa do Mundo de Futebol foi a inspiração para a criação de pratos que tinham como estrelas a bola e os craques do esporte. Já em 2015, cada bar homenageou uma cidade do estado com a qual tinha ligações afetivas ou culturais, em reverência à diversidade cultural mineira.

Em 2016, a Mineiridade, juntamente com a famosa cozinha seca dos tropeiros e a suculenta cozinha das fazendas, conduziram o processo de criação dos pratos. No ano seguinte, com Quintais de Minas, a ideia foi buscar inspiração na horta, pomar, chiqueiro e galinheiro. E, em 2018, o tema Estrada Real, com toda sua peculiaridade gastronômica, oriunda da cozinha dos tropeiros, deu o sabor especial aos tira-gostos dos bares participantes.

Foto: Violeta Andrade

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