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Duzão Mortimer apresenta o show Canções didático-científicas – dia 25 de abril, no Conservatório UFMG

O compositor mineiro Duzão Mortimer apresenta, no dia 25 de abril, às 19h30, o show Canções didático-científicas no Conservatório UFMG (Avenida Afonso Pena, 1534 Centro). Duzão, que também é pesquisador do CNPq e professor da UFMG, traz no repertório canções que estabelecem conexões entre a ciência, a tecnologia e temas sociais, como por exemplo a música "Buraco de Ozônio", que aborda a questão ambiental, além de temas relacionados aos grandes nomes que representam a Física ("A 3a de Newton"), a Química ("Lavoisier") e a Biologia ("Charles (Darwin) Diz"), esta sobre a Teoria da Evolução. O show passeia por ritmos como rock, funk, blues, reggae, samba, baião e frevo. O músico se apresenta ao lado da mesma banda que gravou o álbum “Homem de Laboratório” (2017), seu último disco, e que tem Vinícius Mendes, responsável pelos arranjos, no sax tenor, sax soprano e teclados; Willian Rosa (membro do Iconili), no baixo; Gabriel Bruce (membro do Graveola e Lixo Polifônico), na bateria; e Silas Prado, no sax tenor e sax alto. A entrada é franca

Sobre o músico

Duzão Mortimer construiu sua carreira artística em torno do circuito musical universitário de Belo Horizonte e Minas Gerais. No início dos anos 80 com a “Alegria Blues Band” e depois com “O Grande Ah!”, participou de vários festivais e festas estudantis, culminando com o lançamento do disco “1989”. Na década de 90 participou do Mariantivel, com a qual gravou um disco em 1997. Nos anos 2000, relançou “O Grande Ah!” com a formação contando com os filhos, numa edição que contava com duas gerações de músicos. Foi com base nesta banda que Duzão desenvolveu o projeto solo “Trip Lunar”, que deu origem ao CD lançado em 2014, todo ele com músicas inéditas, a maioria em parceria com o poeta e agitador cultural Marcelo Dolabela. O disco “Trip Lunar” teve participação da nova geração de músicos de Belo Horizonte, como Alexandre Andrés, Henrique Staino, João Machala, Ygor Rajão, Yuri Vellasco, Rafael Pimenta, arranjos de Rafael Martini, João Antunes e Pedro Licínio, e participações especiais de Chico Amaral, Ladston do Nascimento, Leopoldina Azevedo, José Luiz Braga, Marcos Pimenta e Simone Wajnmam."TripLunar"foi lançado em Nova York, no SOB's, em abril de 2014 e depois em Belo Horizonte. Em 2017 DuzãoMortimer lançou o segundo disco solo, “Homem de Laboratório”.

As canções didático-científicas tem encantado o público desde o seu aparecimento em "O Grande AH!", nos anos 80. DuzãoMortimer agora aprofunda a temática com abordagens sociais e ambientais.

“Essas canções procuram criar uma reflexão sobre temas científicos importantes para a sociedade, acentuando a necessidade de nos posicionarmos em relação aos "avanços" da ciência que trazem consequências desastrosas para a humanidade. Ao mesmo tempo, saudamos as grandes leis e teorias da ciência, com a Teoria da Evolução. Com este repertório, queremos que a arte musical seja considerada tão importante quanto as outras áreas do conhecimento, uma vez que o saber lógico-afetivo da música é prazeiroso ao universo mental das pessoas. Procuramos transformar um pensar científico em arte, cujo produto é a canção didático-científica”, conclui Duzão Mortimer.

Site: www.duzaomortimer.com.br

Soundcloud: https://soundcloud.com/duzao-mortimer
Spotify: procurar duzãomortimer
Deezer: procurar duzãomortimer
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC1kXcGvOnq_9u6aimjF5FFQ?view_as=subscriber

Vídeo: Síndrome da China

Foto: Flávio Charchar

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