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Queridinho das celebs, designer Carlos Penna lança nova coleção sábado (15/04)
A nova coleção, batizada de NOVOS MÍNIMOS, é sequência crescente de uma história que começou também há um ano: da criação livre, que pensa menos no que o mercado quer e mais no que Carlos tem vontade de mostrar
No dia 15 de abril (sábado), a partir das 10h, o Studio Carlos Penna abre as portas para receber novas marcas e também lançar sua nova coleção. O designer de acessórios é o nome do momento, vestindo as mais diversas celebridades (imagens aqui), como a cantora Ivete Sangalo, que recentemente usou brincos de sua criação no show de aniversário de Salvador.
Sobre o novo lançamento, ele diz “é a linha principal do semestre, com 58 peças — entre brincos, ear cuffs, colares, pulseiras de mão e anéis. Mas a CARLOS PENNA têm vários outros drops menores e collabs planejados para os próximos meses. É o começo de um novo ciclo, encerrando o que começou há um ano atrás — com as linhas COORDENADAS e RECOORDENADAS”.
A nova coleção, batizada de NOVOS MÍNIMOS, é sequência crescente de uma história que começou também há um ano: da criação livre, que pensa menos no que o mercado quer e mais no que Carlos tem vontade de mostrar. Por isso a linha não tem uma inspiração ou narrativa. O pensamento é solto, baseado em rabiscos que vão se conectando e construindo as famílias.
“Diferente das anteriores, esta coleção tem peças mais robustas. O orgânico continua, mas começa a dar lugar a criações mais geométricas e robustas, com presença forte do metal — que vai se tornar ainda mais presente no futuro”, conta Carlos. Há a oposição entre a robustez e a delicadeza nas mesmas peças, no jogo de olhares e volumes. Peças que são vistas delicadas de um ângulo, mas se revelam fortes em outro, do metal fininho até a chapa completa.
Entre os acessórios queridos/hit estão os ear cuffs e as pulseiras de mão, que vêm em evoluções mais angulares. Toda a linha é produzida manualmente, marca registrada da CARLOS PENNA desde 2015, em Minas Gerais.
Coleção completa aqui, crédito Leca Novo.
No sábado (15/04), será lançada a coleção desenvolvida junto com a marca Anacê, desfilada na última SPFW, que traz também suas peças de vestuário (mais abaixo), assim como a marca AR Something, do estilista Antônio Gomes.
SOBRE STUDIO CARLOS PENNA:
Inaugurada no início de 2022, o Studio Carlos Penna é um sonho de longa data do designer. Localizada na charmosa Rua do ouro, na Serra, é um espaço que abriga não só as coleções do Carlos, mas que traz à vida seu universo estético unindo-se a marcas parceiras de diversos segmentos. A melhor parte é a rotatividade do espaço que se renova de tempos em tempos, mantendo vivo o sentimento de aqui sempre existe novidades. Por considerar o local como um espaço de criação livre existirão também eventos não só voltados para a moda, mas para outros aspectos do universo Carlos Penna, como arte, arquitetura, entre outros.
Studio Carlos Penna
Rua do Ouro, 1428 – Serra
“Inconsciente Concreto Parte I”, nova coleção da Anacê
Ana Cecília Gromann assumiu a direção criativa solo da Anacê e apresentou pela primeira vez na passarela sua concepção íntima, afetiva e particular. Imagens do inconsciente que apareceram através de sonhos da estilista são a base da coleção.
A concretude do inconsciente é paradoxal, mas funciona, ao passo que a coleção busca mostrar a conexão do ser com a crença em si mesmo e o eu interior, interpretando memórias da infância através dos símbolos e de imagens estampados nas roupas. O caminho criativo que parte do íntimo de Ana Cecília busca reafirmar a identidade que a Anacê construiu até aqui, com a alfaiataria autêntica pontuada por peças fluidas que incorporam referências de lembranças familiares e do bucólico junto da estética contemporânea, além das interpretações do próprio sentimento de nostalgia, trabalhadas desde o início da marca, em 2019. Mas, agora, tudo isso é desdobrado unicamente através do prisma e do repertório da criadora.
Algodão, viscose, e seda são as matérias-primas 100% naturais exploradas na coleção, que reúne cerca de 30 peças sem distinção de gênero e com um estilo pautado na alfaiataria. Como já é parte do DNA da marca, o feminino e o masculino fluem em suas representações: a técnica dos alfaiates coloca a mulher em sua imagem de força, enquanto a figura do homem manifesta o sensível.Uma forma de construção de modelagem tão precisa quanto cheia de possibilidades como a alfaiataria é o suporte ideal para outro aspecto da essência da Anacê: a referência concretista nas formas do design das peças, o que traz a roupa como extensão do corpo e o corpo em si como performance, que acontece partindo da interação dele com a roupa que o veste para o público.
O ofício dos alfaiates é um dos eixos da Anacê que Ana Cecília deseja destacar ainda mais na marca sob sua direção criativa individual. O desfile mostra peças de alfaiataria tanto marcantes e sofisticadas, evocando o trabalho sob medida da Anacê, a linha Atelier, quanto modelos para o cotidiano, alfaiataria curinga bem pensada e executada, longe do óbvio, como os conjuntos da linha Essencial.
Algumas das silhuetas das duas linhas, já características da Anacê, aparecem nesta coleção em novas versões de matérias-primas também já associadas ao repertório da marca. Um exemplo são os tecidos de jacquard, que agora trazem novos desenhos no entrelaçar de seus fios formando uma estampa das fases da lua, que remete a uma visão lúdica do voltar-se para si, a influência mística sobre o ser e estar. O que é uma continuação do trabalho com o jacquard estampado que, na última coleção, foi o suporte para as formas da folha de manjericão e de outras ervas, que faziam referência a ingredientes para rituais de cura.
A alfaiataria de ateliê aparece em proporções esculturais, para trazer a ligação da etiqueta com a arte. Nesta parte da coleção, Ana Cecília traz o olhar da artista Natasha Bernardo e de suas esculturas em formato de silhuetas feitas em tecido. A parceria com Natasha reafirma não só a conexão da Anacê com outras expressões criativas, mas também seu espírito colaborativo: essa colaboração marca o início da linha de home decor da Anacê, na qual peças exclusivas assinadas pela artista serão vendidas no site da marca. A obra dela se liga às criações de Ana Cecília por reforçar a perspectiva da roupa como extensão do corpo, aqui com a materialização do tecido em outros suportes, além do vestir, que também envolvem arte e design.
Nesta coleção, os tricôs, mais sensuais e justos, destacando a pele à mostra, ganham mais espaço e há também o resgate, agora com o olhar único de Ana Cecília, da gravataria e peças de underwear, parte do repertório da Anacê desde as primeiras coleções.
A coleção Inconsciente Concreto tem sua expressão cromática em tons mais vibrantes voltados para o caramelo, azul, verde e marrom, além dos clássicos preto e branco.
Foto: divulgação
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