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Novo Céu é uma das organizações sociais afetadas pela pandemia e pede engajamento social
O Novo Céu é uma organização social sem fins lucrativos que realiza acolhimento institucional de crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral, totalmente dependentes de atividades de vida diária (AVDs).
A instituição acolhe 60 pessoas, de ambos os sexos, raças distintas e faixa etária de 02 a 60 anos com deficiências múltiplas (paralisia cerebral ou seqüelas neurológicas) em situação de vulnerabilidade social. São provenientes de famílias com renda per capita de até um salário mínimo, em situação de risco social oriundas de cidades da região metropolitana de Belo Horizonte e cidades do interior do Estado de Minas Gerais.
É uma referência regional neste tipo de acolhimento, especializado em exercer cuidados às pessoas com paralisia cerebral.
Em 2018, Novo Céu foi autorizado pelo Juizado da Infância e Juventude de Contagem, a também acolher recém-nascidos sem deficiências, temporariamente, cujas mães entregaram aos cuidados da justiça.
O Novo Céu frente à situação de pandemia
Assim como diversas organizações sociais, o Novo Céu também teve que paralisar suas iniciativas de mobilização de recursos que geram sustentabilidade à instituição, como bazares, eventos, coleta domiciliar de doações, voluntariado presencial e visitas.
Todos estes movimentos fazem parte da vida dessas organizações que encontram formas de gerar recursos para subsidiar suas atividades e serviços. A maior parte delas não somente continua a prestar o serviço humanitário, como aumentaram as formas de atuação com a pandemia.
Independentemente da atuação e do impacto social que causam, todas têm uma missão em comum: influenciar trajetórias, chegando onde as ações governamentais nem sempre são suficientes.
Compõem o Terceiro Setor todas as instituições que não visam lucros e que trabalham com o objetivo de solucionar ou minimizar problemas sociais de áreas como direitos humanos, meio ambiente, crianças, idosos etc.
Mas hoje, especialmente no Brasil, a atuação dessas organizações está indo muito além de apenas lidar com questões assistenciais.
A maior conscientização sobre os direitos de cada cidadão é apenas um dos benefícios trazidos pela atuação dessas entidades, colaborando para que as pessoas buscassem cada vez mais novas maneiras de modificar sua realidade.
Somado a isso, o Terceiro Setor evoluiu e passou a ter como base, além de pessoas dispostas a ajudar, profissionais altamente capacitados que trabalham com foco no crescimento das organizações. Isso colabora para que elas tenham melhor performance, mais resultados e produtividade, possibilitando auxiliar mais pessoas.
Segundo a responsável pela mobilização de recursos da instituição, Nathália Simões, “no caso do Novo Céu, nossa missão de acolhimento é 24h. Não é possível interromper nossas atividades essenciais voltadas à assistência aos nossos acolhidos. Por isso, a contribuição neste momento é importantíssima, já que os custos continuam a fazer parte da instituição”, ressalta Nathália.
Foto:Renata Vidigal
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