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Casa do Beco recebe apresentação do espetáculo “O Gol Não Valeu!”, da ZAP 18

Montagem infantojuvenil explora de maneira poética e bem-humorada a relação apaixonada de um garoto pelo futebol.

A Casa do Beco recebe, no próximo dia 1º de abril, sexta-feira, única apresentação do espetáculo “O Gol Não Valeu!”, montagem da companhia teatral ZAP 18. Com direção de Cida Falabella e dramaturgia inédita de Francisco F. Rocha, a montagem apresenta a trajetória de Riva, um menino de nove anos de idade apaixonado por futebol. “O Gol Não Valeu!” poderá ser visto às 20h. A entrada é franca.

 

Em “O Gol Não Valeu!”, o futebol é abordado de uma maneira intimista e nostálgica, dentro do contexto familiar e da chegada da adolescência. O espetáculo recorre a um humor poético que transborda das cenas, construindo um olhar curioso sobre essa paixão nacional, focando não só em um lado oculto do futebol - as derrotas, os times de várzea e seus personagens, como também nas relações afetivas do menino: as decepções amorosas, a doença do pai, a partida da mãe.

 

A apresentação integra a programação da Casa do Beco em 2016 que conta com o Patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e do Instituto Unimed BH, por meio da Lei Rouanet, viabilizado com o incentivo de pessoas físicas.

 

A Casa Do Beco

A Casa do Beco está localizada aos pés do Morro do Papagaio/Aglomerado Santa Lúcia, na região Centro Sul de Belo Horizonte-MG e foi criada em 2003. O espaço surgiu a partir do trabalho artístico do Grupo do Beco que, desde 1995, atua com o foco na pesquisa artística sobre o morador de favela, buscando retratar, em suas atividades, a perspectiva dessas pessoas, colocando em debate os estereótipos de violência e os estigmas da miséria. A programação da Casa do Beco conta com espetáculos e atividades como oficinas, encontros, debates, priorizando a formação cultural  e o diálogo constante com a comunidade.

 

O Gol Não Valeu!

Riva é um menino apaixonado por futebol. Só que para seu desespero, o time que ele escolheu torcer, o time de seu pai, nunca ganha uma única partida. O universo do jogo é uma chave de entrada para os conflitos vividos pelo menino em sua formação e seus pais que divergem sobre o esporte. Enquanto, seu pai, um jornalista esportivo, é aficionado, sua mãe não gosta nem um pouco e, além disso, acredita que o futebol, de fato, seja “o ópio do povo”.

Foto: Gutto Muniz 

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