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Esdras Nogueira e Iconili se encontram neste sábado n’A Autêntica

Neste sábado, dia 25, os mineiros do Iconili e o brasiliense Esdras Nogueira (integrante da Móveis Coloniais de Acajú), dois importantes nomes da atual cena musical brasileira, vão dividir o palco d’A Autêntica (Rua Alagoas, 1172- Savassi) na festa “Uma Quase Balada Metaleira”. A abertura da casa é às 22h e os ingressos custam: 20$ (Promocional), 30$ (Antecipado) 40$ (Portaria).

ICONILI

O grupo instrumental Iconili foi criado em 2006. Na pequena orquestra, às guitarras, baixo e órgão unem-se naipes de metais e percussão. À batida do afrobeat, misturam-se o samba, o funk, o carimbó, o jazz, o rock e outra influências. O resultado é uma contemporânea e potente profusão musical, de sonoridade sofisticada e dançante, mas sem hermetismos. Um som brasileiro, tropicalizado e internacional, que mantém suas raízes africanas e a abertura para novas experimentações.

A banda que tem um álbum e um EP lançados - Iconili (2010) e Tupi Mundo Novo (2013), respectivamente –, já ocupou os palcos do Circo Voador, no Rio de Janeiro, e do SESC Pompéia, em São Paulo, além de diversos festivais pelo país, tendo conquistado críticas elogiosas no jornal inglês The Guardian e na revista Rolling Stone. Em 2012, o Iconili passou por uma vivência musical com o guitarrista e arranjador nigeriano Oghene Kologbo, que integrou a banda de Fela Kuti. Agora, o grupo convida o público a saborear seu mais novo trabalh o, o álbum Piacó.

Piacó foi concebido em uma imersão artística em André do Mato Dentro, uma pequena vila na Serra do Gandarela, em Minas gerais. Foi lá que os músicos do Iconili encontraram inspiração para compor as 11 faixas do disco. A partir das ideias de seus integrantes ou de elementos surgidos em experimentações, as composições foram desenvolvidas de forma inteiramente colaborativa pelo grupo. O mesmo processo marcou a criação dos elabora dos arranjos de Piacó.

No novo álbum, a banda mantém a ideia de promover misturas e experimentações musicais, em viagens étnico-rítmicas que salientam uma sonoridade brasileira em constante diálogo com suas raízes ancestrais e seus desdobramentos contemporâneos. O disco é um delicioso encontro de contrastes, alguns pouco óbvios: a gentileza e a potência, a leveza e o ruído, o urbano e o rural, a cidade e o ritual.

Esdras Nogueira

Esdras Nogueira está fazendo as malas. Junto com o saxofone barítono, o instrumentista e compositor brasiliense empacota seus dois discos solo: NaBarriguda (2016) e Capivara (2014) para uma turnê nacional que começa em 16 de março e segue até o final de maio.

Os ouvidos atentos ao cenário independente conhecem o músico por causa da Móveis Coloniais de Acaju, banda que recentemente anunciou uma pausa por tempo indeterminado e que fez história pelos palcos do Brasil durante 18 anos.

Já os ouvidos mais aguçados acompanham a esmerada carreira solo de Esdras Nogueira que preza pela música instrumental e muito brasileira. Sua estrada começou com o lançamento de Capivara em 2014. O debut foi uma homenagem a Hermeto Pascoal, onde Esdras ousou ao interpretar as composições do mestre e colheu elogios.

"Ouvi, está muito bom. Fiquei contente com a interpretação das músicas. Elas ficaram diferentes sem perder a essência. Eu componho com vontade que as pessoas toquem. Se ele tivesse conversado comigo antes, eu até teria dado algumas ideias. Mas o Esdras começou bem, ele vai longe" afirmou o próprio Hermeto Pascoal ao escutar o lançamento.

Em 2016, nasceu NaBarriguda, um disco que vai do dançante carimbó, passa pelo samba e pela música latina e ainda contém muita improvisação. O lançamento conta com faixas próprias e releituras de Hamilton de Holanda, Egberto Gismonti e Cartola. A capa, desenhada por Oga Mendonça, tem uma ilustração pop art que traz o frescor de Esdras Nogueira para a música instrumental produzida no Brasil.

A turnê de Esdras Nogueira é financiada pelo FAC - DF (Fundo de Apoio a Cultura do Governo de Brasília) e conta com o apoio da A Construtora Música e Cultura, arte do Oga Mendonca e design da Domingo Arquitetura e Design.

Escute NaBarriguda - https://ONErpm.lnk.to/Nabarriguda

A Autêntica

Voltada para a música autoral e com capacidade para 400 pessoas,  o espaço tornou-se um dos principais redutos da música produzida na cidade, além de receber artistas de outras regiões do Brasil e do mundo. Inaugurada em fevereiro de 2015 A Autêntica é um espaço plural por onde passaram nomes importantes ligados ao rock, ao samba, ao jazz e a toda uma diversidade musical .

https://www.facebook.com/aautenticabh

http://aautentica.com.br/

Foto: Joana França

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