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Gui Ventura lança canção Pra vc ñ se esquecer no dia 23/3
Gui Ventura apresenta novo single e videoclipe do projeto Alguma Coisa Sobre o amor
No dia 23/3, quinta-feira, o cantor, compositor, instrumentista e ator mineiro Gui Ventura lança mais um single do seu trabalho “Alguma Coisa Sobre o amor”. A faixa “Pra vc ñ se esquecer”, parceria com o músico Cassiano Luiz, traz para o ouvinte muitas sensações e entendimentos. “À primeira escuta, a interpretação que as pessoas fazem é de uma história romântica, na qual os casais ficam juntos para sempre. E essa é a grande beleza da arte, porque a narrativa central dessa canção é o diálogo de um adulto com a criança dele e, uma vez que se entendem, ficam juntos até o fim”, explica Gui. Além da canção nas plataformas digitais, também será lançado o clipe da música.
Produzida por Cido, “Pra vc ñ se esquecer” é o quinto single do EP “Alguma coisa sobre o amor”, que as três faixas já lançadas, “Quer”, “Cores e Amora”, “Como é que faz” e “Bom dia”, podem ser ouvidas nas plataformas digitais e os vídeos das duas últimas canções mencionadas podem ser vistos no canal oficial do cantor no YouTube. “Optei por fragmentar o álbum, lançando por singles, por entender que estrategicamente seria mais interessante trabalhar cada faixa. Os lançamentos deram início em 2022. Em 2023, concluo o lançamento das três faixas restantes”, conta o artista.
Sobre a canção
Composta com Cassiano Luiz, que junto de Gui e mais outros dois artistas compõem o Coletivo Margem, a canção “Pra vc ñ se esquecer” é leve, com uma batida suave e marcante que leva para o ouvinte a vontade de cantar junto, estalando os dedos e batendo palma. Aquela sensação de estar com os amigos numa roda de conversas regada às músicas que falam de si.
Para além dessas sensações, a canção, segundo Gui Ventura mostra um diálogo entre o eu adulto com a sua criança a fim de resgatar a essência dos primeiros anos, quando, antes de crescer, a criança mantém o olhar aberto, a coragem para experimentar e a elasticidade, tanto do corpo, como da alma aberta para o todo. “A vida adulta tende a enrijecer as pessoas, portanto esse diálogo com essa criança interior, não é apenas pra curar as dores, mas também pra resgatar aspectos que, a meu ver, as crianças carregam com muita naturalidade, como espontaneidade, ousadia, curiosidade, coragem”, explica.
A canção apresenta ensinamentos como os versos “vida é a casa interior”, ou “o amor nos convenceu que a vida é caminhada”. A letra ressalta que houve o enrijecimento característico do processo de viver com o verso ”perdoa se esse tempo eu beijei o juízo”. Na sua proposta, a letra demonstra o desejo de retomar a leveza na vida.
Sobre o Clipe
“Eu queria que o clipe fosse um compilado de registros da minha infância, na ausência disso trouxe elementos que remetessem o passado e que marcaram essa época”, observa o cantor. Gui leva para tela uma tipografia que é uma analogia ao seriado “Anos incríveis”, exibido nos anos 1990. “Outro elemento que usei pra trazer a ideia de voltar no tempo foi utilizar um efeito de Super 8, que embora ela seja característica da década de 1970 e 1980, e prováveis registros da minha infância fossem em VHS, por uma escolha estética optei pela Super 8”, explica o artista. São imagens leves, praianas divertidas e saudosistas.
Gui aproveitou sua viagem de férias para Itacaré, na Bahia, para fazer as imagens. “Registrei alguns momentos que eu entendi que poderiam contribuir para narrativa do que eu tinha em mente. Como foi uma viagem de amigos, contei com ajuda deles para captar algumas imagens. A Fernanda Amancio, minha companheira, topou fazer alguns registros de momentos nossos e os takes que eu não apareço, sou eu que estou filmando”, lembra o artista que teve o apoio do amigo Bruno, que fez a viagem com eles, para fazer algumas imagens.
Observando sua responsabilidade de homem preto que tem voz, Gui explica que “ao expor um casal negro se amando, como sugere o famoso panfleto do MNU “Beije sua preta em praça pública, é nos dar o que merecemos”, atesta. O artista afirma que por meio da arte ele pode fazer mais pelos seus. “O processo histórico feriu o povo negro a ponto de causar em nós algo que a bell hooks nomeou de “auto-ódio”, então se sabemos que a imagem e a mídia moldam a nossa subjetividade, entendo que meu dever é contribuir para que meu trabalho fortaleça a autoestima do meu povo”, vaticina. “Portanto eu venho dizer, amamos e merecemos amor, temos ternura e a compartilhamos, produzimos conhecimento, fazemos nossas próprias produções. E fazer isso por meio de um videoclipe quase documental, é também dizer que isso não é uma representação, é realidade”, ressalta Gui.
Sobre Gui Ventura
Músico há 15 anos, Gui iniciou sua carreira solo há seis anos. A música está presente na sua vida desde sempre. “Mais tarde isso foi ficando mais sério, então procurei estudar, tive uma breve passagem pela Fundação de Educação Artística, e estudei na Universidade de Música Popular Bituca. E partir disso, dei início a minha carreira, me apresentando em Festivais de Canção, dos quais já acumulo nove premiações”, conta.
Sua primeira participação em banda foi com um grupo de rock, ele tinha 16 anos. Em seguida a banda passou a tocar samba com o nome de Cirandeiro. Gui já tocou com Silvia Gomes, Janamô, ajudou na concepção e integrou o Bloco Afro Magia Negra, tocou viola de 10 com o “Samba de Terreiro” e cavaquinho com o “Samba da Meia Noite”, como produtor e artista, fez parte do Coletivo IMuNe por seis anos.
Como ator, iniciou sua carreira na peça “Madame Satã”, com direção do João das Neves e Rodrigo Jeronimo. “Em 2019, comecei a realizar diversos testes, desde pequenas a grandes produções e de lá pra cá, já somam mais de 15 publicidades gravadas”, orgulha-se.
Serviço
Lançamento do single do clipe da canção “Pra você não se esquecer”
Data: 23 de março, quinta-feira, 2023
Horário:
Local: plataformas de streaming e canal oficial do artista no YouTube
youtube.com/@GuiVentura
Foto: Fernanda Amancio
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