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Oitava edição da Sessão Colabhorasom homenageia as mulheres com shows de Mariana Cavanellas, Deh Mussulini, Giselle Couto e Amorina
A próxima Sessão Colabhorasom é totalmente dedicada às mulheres e será realizada no dia 21 de março, a partir das 19h, n'A Autêntica (Rua Alagoas, 1172 – Funcionários-BH/MG). A oitava edição do projeto conta com as presenças de Mariana Cavanellas, Deh Mussulini, Giselle Couto e Amorina e fará homenagem à Zora Santos, atriz, chef de cozinha, pesquisadora da culinária Afro-Mineira, mulher negra belo-horizontina com uma longa história de vivência nos palcos e telas ao redor do mundo.
O projeto é uma das mais interessantes iniciativas em prol da música que se tem notícia em BH, a Sessão Colabhorasom foi um dos 21 contemplados pelo prêmio "Gentileza Urbana" 2017, concedido pelo IAB MG (Instituto de Arquitetos do Brasil Depto. Minas Gerais). O projeto reúne artistas diversos e os e seus respectivos fãs em apresentações memoráveis.
A Entrada é franca e o público pode colaborar como puder para a continuidade dessa iniciativa.
As convidadas
DehMussulini é compositora, violonista e cantora belo-horizontina. Lançou seu primeiro disco solo autoral em 2015, intitulado “Varanda Aberta”. Deh idealizou e trabalha em diversos projetos feministas na música como: Coletivo ANA, com quem lançou disco em 2014; a hashtag #mulherescriando que culminou em ações como: Coletivo Mulheres Criando, Mostra Mulheres Criando, Sonora – Festival Internacional de Compositoras, programete transmitido na rádio Inconfidência “Programa Lugar de Mulher”.Fez direção musical do espetáculo teatral “Rua das Camélias” que trata sobre a vida das prostitutas da rua guaicurus. Seu novo trabalho é o espetáculo lítero-musical “Fé Menina!Sobre Mulheres e Deusas”que versa sobre o femininocombinando canções autorais de Dehcom contos míticos das Deusas de diversas culturas ao redor do mundo
Giselle Couto, cantora e compositora, iniciou sua trajetória musical na região dos Inconfidentes. Estudou música na Universidade Federal de Ouro Preto, mas muito antes disso já era figura cativa dos palcos e bares das Gerais. Intérprete dona de uma bela e inconfundível voz, de timbre forte e marcante, Giselle Couto é sempre convidada para as rodas de samba e choro mais significativas do cenário mineiro e se destaca, presenteando seu público com suas interpretações cada vez mais amadurecidas e cheias de personalidade.
Mariana Cavanellas é uma cantora, compositora, intérprete, jornalista e poeta da nova safra de artistas mineiros. A cantora é reconhecida pela sua musicalidade, competência vocal e expressividade. Nascida em Belo Horizonte, Mariana formou-se em jornalismo, mas abdicou rapidamente da profissão quando entrou para a banda Lamparina e A Primavera. Suas primeiras aparições despertaram muito interesse e comoção ao público. Em menos de um ano de profissão, Cavanellas já fez shows dentro e fora de Minas. Seu nome é uma grande expectativa para o cenário de Belo Horizonte. Em processo de produção do seu primeiro trabalho solo intitulado “A Cama” a cantora traz referências como Connan Mockasin, Billie Holiday, Elis Regina, Gal Costa, Jorge Mautner e Os Mutantes. O EP conta com a direção musical e guitarra de Rafael Braga, os baixos de Pedro Fonseca, a percussão de Leonardo Alves e bateria de Paulo Frois.
Amorina, cantora, compositora e produtora atuante na cena feminina de autoras, lançou em 2017 seu primeiro trabalho solo. Intitulado Solidão e Tempo, o disco tem formato de álbum visual, constituído de 8 faixas inéditas e 8 videoclipes.
Influenciada pelo bonito e pelo esquisito, Amorina é admiradora da música folk, do rock e do pop modernos. Seu estilo musical foi batizado em estúdio por seu produtor musical Rafael Dutra e pelo guitarrista Jardel Rodrim, é o Cute Freak Rock, e a cantora abraça o rótulo. Estranho? Sim, esquisito e bonito, como tudo mais na sua música fundamentada em letras expressivas contornadas por elementos singelos e assustadores, viscerais e docemente deslocados.
A homenageada
Zora Santos, 65 anos, natural de Belo Horizonte. Carreira de modelo nos anos 70.
Atriz e chef de cozinha, pesquisadora da culinária Afro-Mineira.
Em teatro, participante do projeto Segunda PRETA.
Em cinema, divulgando o filme ParEsiga de Gilberto Scarpa de 2017.
“ Aquela mulher que diz ter escapado de 3 ou 4 fogueiras, só pela força dos versos que entoou, no momento exato, olhando para dentro até alcançar o olhar da pequena mulher que ela esconde, há séculos, no ventre” (Ricardo Aleixo)
A Autêntica
Voltada para a música autoral e com capacidade para 400 pessoas, o espaço tornou-se um dos principais redutos da música produzida na cidade, além de receber artistas de outras regiões do Brasil e do mundo. Inaugurada em fevereiro de 2015, A Autêntica é um espaço plural por onde passaram nomes importantes ligados ao rock, ao samba, ao jazz e a toda uma diversidade musical.
https://www.facebook.com/aautenticabh
Foto: Pablo Bernardo
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