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Mês do consumidor: ter estratégia é fundamental para impulsionar as vendas

Educadora financeira dá dicas de como usar a data ao seu favor e evitar prejuízos

Ao contrário do que se pensa o Dia do consumidor, 15 de março, surgiu para conscientizar os consumidores sobre seus direitos e não para  promoções como é feito hoje. “É engraçado que a data foi pensada para proteger aqueles que compram e com o tempo, surgiram as ideias de promoções e descontos, e as reclamações de consumidores aumentaram”, lembra a educadora financeira Ellen Silvério.

De acordo com uma pesquisa do site Reclame aqui, deste ano, 63,5% dos respondentes afirmam não conhecer o Dia do Consumidor. “Logo, podemos perceber que muitas vezes, a pessoa não sabe do que se trata, vê uma promoção e acaba tentada a adquirir um produto que muitas vezes, nem precisa”, frisa.

O planejamento precisa ser tanto para o consumidor quanto para o vendedor. “Não adianta querer aproveitar a data para vender mais e sair distribuindo desconto nos produtos, no final, você pode acabar se frustrando. Para oferecer um desconto, uma promoção, é preciso se planejar, calcular os possíveis lucros, a oferta e demanda do produto”, aconselha Ellen.

Apesar das empresas aproveitarem a data comercial como mais uma oportunidade de venda,  antes de mais nada, a data também é de conscientização sobre o consumo responsável. “Os consumidores devem estar atentos aos seus direitos, como o direito à informação clara e precisa sobre os produtos e serviços, o direito de arrependimento e o direito à garantia”, alerta.

Dessa forma, a responsabilidade precisa ser compartilhada entre os consumidores e as empresas. “As empresas têm que oferecer produtos e serviços de qualidade e respeitar os direitos dos consumidores, enquanto os consumidores devem fazer escolhas conscientes e exigir seus direitos sempre que necessário”, finaliza a especialista.

Foto: Arquivo pessoal

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