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PERFORMANCES CELEBRAM O MÊS DAS MULHERES NO MEMORIAL VALE
Para comemorar o mês das mulheres, o artista plástico e performer Marco Paulo Rolla, curador do programa de performance do Memorial Minas Gerais Vale, fez a curadoria de obras que enaltecem o feminino. Serão apresentadasperformances de diferentes gerações de mulheres que se apresentarão aos sábados do mês, sempre às 11h. Janaína Tábula, com “Entre a Vigília e o Sono” realiza sua performance no dia 11, Isabel Miranda traz a sua “A Desclassificada” no dia 18, e Janaina Lages ocupa o Memorial no dia 25 com “33”. O Memorial Minas Gerais Vale fica na Praça da Liberdade, 640 – Funcionários, esquina com Rua Gonçalves Dias e a entrada para as apresentações é gratuita.
No próximo sábado (11/3), a experiência performática Entre a Vigília e o Sono de Janaína Tábula coloca em cena o corpo feminino que, no silêncio de sua intimidade vivência uma situação de imersão e permanência em um estado particular entre a vigília e o sono. Artista plástica, Janaína Tábula é graduada pela Escola Guignard e desenvolve pesquisas e experiências poéticas/plásticas na área da performance tendo o corpo como conceito, símbolo e suporte da imagem.
Isabel Miranda é a convidada do sábado (18/3) e apresenta “A desclassificada”. A performance parte do desdobramento de vivências e reflexões sobre os problemas sociais que atingem a mulher e também propõe a discussão sobre o lugar da mulher, corpo, tempo, liberdade e sonhos falidos. Isabel Miranda é modelo, estudante de teatro, dança e performance. Com origem em Contagem, ela pontua sua criação em uma família com forte histórico e vivências conservadoras e machistas.
A ação performática “33” da artista plástica Janaina Lages, fecha a programação no sábado (25/3), buscando mostrar a ação e reação do pó lançado sobre o seu corpo, que revela os rastros materiais marcados sobre o chão. A artista utiliza o espaço para revelar um corpo feminino que jaz sobre o solo, em um fluxo constante do trabalho construtivo na intervenção do corpo e do pó, que contrasta e revela os registros corporais durante e após a performance. Ela trata do discurso metalinguístico sobre o abuso dos corpos femininos, situações que são ocultadas, nessa ação estão expostas e desveladas.
Foto: Júlia Baumfeld/CEIA
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