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sugestão: Yes, nós temos banana!
Alguns pratos clássicos de antigamente, como o picadinho, levam a companhia de uma bela banana a milanesa
Dizer que a banana é a fruta mais popular das casas brasileiras não é um exagero. Do café da manhã à ceia, ela está sempre ali, à mão. Tem até espaço para ela no prato do almoço, entre o arroz e feijão. Muitas vezes crua, outras vezes, grelhada na manteiga. Alguns pratos clássicos de antigamente, como o picadinho, levam a companhia de uma bela banana a milanesa.
Em 2022, a fruta que é onipresente do norte ao sul do país está no cardápio de restaurantes e bares com roupagem mais moderna. No Ofelia, bar descolado que se destaca pela carta de drinks autorais, faz sucesso o prato 8 de ouros, um croquete vegano de banana.
Já numa pegada mais tradicional mas com perfume contemporâneo, está o Barreado servido na Cozinha Santo Antônio. O cozido de carne típico de Morretes no Paraná chega a mesa acompanhado de fatias de banana marmelo grelhadas. Por lá, o umbigo de banana também é muito aproveitado, principalmente em receitas que agradam a turma vegetariana como a umbigada e o umbigo de banana com grão de bico.
Sobre o Ofélia
Ofélia nasceu a partir da mente criativa do pessoal do Alpendre (naming e identidade visual), Bruce Laviola (que dirige a casa), Lucas Durães (consultor e arquiteto), Thereza Nardelli (ilustrações do tarô/ menu de coquetéis), Bernardo Garcia (chef) e Jocássia Coelho (bartender).
A personagem foi criada como uma antítese a Ofélia de Hamlet, todo conceito da casa está amarrado na história dessa Ofélia: aventureira, intensa, irreverente, meio bruxona e muito criativa! “A intenção foi criar um ambiente onde os clientes entrassem nesse mundo e esquecessem seus próprios problemas” explica Bruce.
O espaço foi planejado de acordo com a história da personagem que vai desde um bazar que já teve – de onde restaram apenas os cabides que estão na parede de um dos cômodos - até a história que ela já se apaixonou por um espanhol, que lhe deu um colar de perolas da sorte - por isso, o lustre de pérolas num outro cômodo e algumas comidas com influência desse encontro. “São várias brincadeiras que fizemos na arquitetura e que as pessoas podem conferir vindo aqui” conta Bruce.
Aliás, brincadeiras dão o tom. A carta de coquetéis com 22 opções autorais também são os 22 arcanos do tarô de Marselha. Para escolher o coquetel, os clientes contam com a ajuda dos garçons que tiram 3 cartas do tarô simbolizando passado, presente e futuro. A escolha do que tomar pode ser feita na sorte ou pelos sucessos da casa: “O Louco” ( absinto, limão, licor de menta, espumante, ginger ale, pepino e manjericão), “A Imperatriz” (cachaça envelhecida em carvalho, limão siciliano, vermute bianco, geleia de rosas vermelhas e espumante) e “Roda da fortuna” (Johnnie Walker com infusão de canela, limão, vinho rose, xarope de manjericão e alecrim e espuma de espumante).
De cozinha, os destaques são “Ás de Copas” (camarão empanado, guacamole, patacon e maionese de chipotle) e “Valete de Paus” (pão italiano artesanal assado com creme de gorgonzola, melaço de canela e geleia de pimenta da casa). Além do cardápio de sobremesa desenvolvido exclusivamente pela chef Gabriela Arya do Mão na Massa. Fazem sucesso a Torta Carameluda (Base de paté sucree de cacau, ganache de chocolate belga intenso, caramelo toffee com amendoim e caramelo de doce de leite) e Jardins de Ofélia (base de pate sucree de baunilha com creme de iogurte, geleia de frutas vermelhas, suspiro e flores comestíveis).
Serviço
Ofélia
Rua Rio Grande do Norte, 311 – Funcionários
Funcionamento: Quarta-feira: 18 às 23h30
Quinta-feira: 18 às 23h30
Sexta-feira: 18 às 00h30
Sábado: 16 às 00h30
Domingo: 15 às 22h
Reservas: 31 9 9188-0770
https://www.instagram.com/ofelia.bh
Sobre a Cozinha Santo Antônio
Em uma esquina charmosa, em um dos bairros mais tradicionais da cidade, a Cozinha Santo Antônio chama atenção logo de cara pela arquitetura. Ao mesmo tempo mineira e cosmopolita, com garimpos e peças de design e uma imponente e acolhedora cozinha aberta.
Uma ótima tradução para a comida feita ali. “Estamos completamente conectados com as nossas origens e com a nossa história, mas temos os pés no presente e o olhar no futuro”, diz Juliana Duarte, que comanda tudo no espaço.
A Cozinha Santo Antônio tem por principio o respeito à sazonalidade dos ingredientes, por isso o cardápio muda de acordo com o que se tem de mais fresco e gostoso para cozinhar. Os insumos são orgânicos, de origem e chegam através de pequenos produtores.
“Todo início de semana planejo o cardápio dos próximos dias com base no que os produtores têm disponível” conta Juliana. “Durante a semana os pratos são de uma comida mais caseira, que eu defino como sendo ‘que nem a da casa da gente’. No final de semana temos pratos mais elaborados e sempre há opção vegetariana. A comida varia de receitas de família bem mineiras a pratos da cozinha do mundo, como a francesa e a do Oriente Médio que eu gosto muito e estudo”, completa.
Juliana é uma cozinheira, historiadora e pesquisadora da história da gastronomia mineira. Mas antes disso tudo trabalhava na publicidade enquanto paralelamente estudava gastronomia e vendia seu disputado paté na Feira Fresca.
Do seu jeito, vem fazendo comida com história e afeto, transformando algo aparentemente banal em “extraordinário”. Comida que valoriza a cultura alimentar mineira e que faz bem para o corpo e para a alma.
Serviço
Rua São Domingos do Prata, 453 – Santo Antônio
Funcionamento de terça a domingo de 12:00 às 14:30 nos dias de semana e de 12:30 às 16:00 nos finais de semana.
Delivery e o “buscaqui”
Whatsapp: (31) 9-8218-6427
https://www.instagram.com/cozinha_santoantonio
Foto: Bambinas
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