Notícias
Ministério do Turismo e Instituto Unimed BH apresentam: “A Última Sessão de Freud”, na abertura da programação presencial do palco Instituto Unimed BH
Com direção de Elias Andreato, texto do premiado autor americano Mark St. Germain revela um encontro fictício entre Sigmund Freud e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis. Espetáculo estreou em março deste ano, em São Paulo
Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa e C.S. Lewis, renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus. Freud quer entender porque um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” - tornando-se um cristão convicto. Essa é a tônica de “A Última Sessão de Freud”, espetáculo baseado no livro “Deus em Questão”, escrito pelo Dr. Armand M.Nicholi Jr. - professor clínico de psiquiatria da Harvard Medical School.
Com direção de Elias Andreato e Odilon Wagner (Sigmund Freud) e Claudio Fontana (C.S.Lewis) no elenco, o espetáculo fez estreia nacional em São Paulo, no Teatro Itaú Cultural, e agora saí para turnê em diversas cidades do país. Em Belo Horizonte, fará duas apresentações: dias 01 e 02 de abril (sexta e sábado, às 21h), no Grande Teatro do Sesc Palladium.
A história se passa no consultório de Freud, na Inglaterra, quando estava exilado depois de ter fugido da perseguição nazista na Austria, em plena segunda guerra mundial, no ano de 1939. O cenário, assinado por Fábio Namatame, reproduz com detalhes o gabinete do psicanalista, pano de fundo para o encontro entre os dois pensadores, que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do século XX. Freud e Lewis conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão, e as ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.
Em uma entrevista sobre o espetáculo, o autor comenta: “A peça mostra um embate de ideias. Isso é uma armadilha, e eu não queria que o espetáculo se transformasse em um debate. Por isso, pelo bem da ação dramática, situei o encontro entre Freud e Lewis no dia em que a Inglaterra ingressou na Segunda Guerra Mundial. Então, são dois homens no limite, sabendo que Hitler poderia bombardear Londres a qualquer minuto.”
O diretor Elias Andreato optou por uma encenação que valoriza a palavra, construindo as cenas de modo que o texto seja o protagonista e as ideias estejam à frente de qualquer linguagem.“ O Teatro é uma forma de arte onde os atores apresentam uma determinada história que desperta na plateia sentimentos variados. É isso o que me interessa: despertar sentimentos e acreditar na força de se contar uma história. É muito prazeroso brincar de ser outro e viver a vida dessa pessoa em um cenário realista, com figurino de época, jogando com ficção e realidade. Isso é a realização para qualquer artista de teatro. E é assim que defino essa experiência de me debruçar sobre a obra teatral de Mark St. Germain: A Última Sessão de Freud. Depois de 25 anos de sessões de psicanálise, talvez seja necessário me deixar conduzir cada vez mais pela paixão que tenho por meu ofício: o Teatro. A minha profissão de fé. E crer: a arte sempre nos salva de todos os perigos”, comenta o diretor.
Para Odilon Wagner a experiência de interpretar Freud é fascinante: ”Para um ator ter a oportunidade de representar um personagem tão intenso e profundo, que fez parte de nossa história recente, é um privilégio. A construção desse personagem me fez vibrar desde a primeira leitura, foram meses estudando sua vida e personalidade, para tentar trazer um recorte mais fiel possível do último ano de vida desse grande gênio do século XX.”
O espetáculo, que abre a programação do Palco Instituto Unimed-BH 2022, é apresentado pelo Ministério do Turismo e o Instituto Unimed-BH, por meio do patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores, com produção executiva da Pólobh, patrocínio da New Holland Construction, apoio cultural do Sesc em Minas, apoio da Ferguminas e MML, Hypofarma e Multilift, promoção exclusiva Alvorada FM, parceria de mídia com o Jornal O Tempo e Rádio Super Notícia, Fredizak e Soubh.
Ficha Técnica:
Texto: Mark St. Germain | Tradução: Clarisse Abujamra | Direção: Elias Andreato | Assistente de Direção: Raphael Gama | Elenco: Odilon Wagner – Sigmund Freud e Claudio Fontana – C.S.Lewis | Cenário e figurino: Fábio Namatame | Assistente de cenografia: Fernando Passetti | Desenho de Luz: Gabriel Paiva e André Prado | Trilha Sonora: Raphael Gama | Arte Gráfica: Rodolfo Juliani | Fotografia: João Caldas | Iluminador: Cauê Gouveia | Sonoplasta: André Omote | Coordenador Geral de Produção: Ronaldo Diaféria | Direção de produção: Claudia Miranda | Assistente de produção: Marcos Rinaldi |Diretor de palco: Tadeu Tosta | Contra-Regra: Vinicius Henrique | Assessoria de imprensa: Pombo Correio | Produtores Associados: Diaféria Produções e Itaporã Comunicação
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
SERVIÇO
PÓLOBH – TEMPORADA DE ESPETÁCULOS 2022
Espetáculo “A Última Sessão de Freud”
Dias 01 e 02 de abril (sexta e sábado, às 21h)
Grande Teatro do Sesc Palladium
Ingressos: pela Sympla – https://bileto.sympla.com.br/event/72010
Preços dos Ingressos
Plateia I: R$ 75,00 e R$ 37,50
“PALCO INSTITUTO UNIMED-BH”
Depois de 02 anos promovendo uma intensa programação de espetáculos teatrais online, o projeto Palco Instituto Unimed-BH retorna ao formato presencial e aos palcos de Belo Horizonte. Nesta edição, um painel bem diversificado do que está sendo produzido pelas artes cênicas no Brasil no pós pandemia. O projeto é uma iniciativa da Pólobh, produtora sediada em Belo Horizonte, MG, tem patrocínio do Instituto Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Sobre o Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando a formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, ampliar o acesso à cultura, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$140 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 7 mil postos de trabalho foram gerados e 3,9 milhões pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.
Foto: João Caldas
Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.
