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Espaço Comum Luiz Estrela exibe curta infantil do Grupo Galpão

O espaço que nasceu em 2013 a partir da ocupação do antigo Hospital de Neuropsiquiatria Infantil, por um grupo de artistas, é hoje reconhecido pelo Instituto Brasileiro de Museus como Museu de Território/Ecomuseu

Os núcleos Escola Comum & Cine Estrela em uma parceria com o Grupo Galpão, convidam para a exibição do curta-metragem A primeira perda da minha vida, seguido de uma roda de conversa com a participação da diretora Inês Peixoto e a atriz Teuda Bara, no interior do Espaço Comum Luiz Estrela.

O espaço que nasceu em 2013 a partir da ocupação do antigo Hospital de Neuropsiquiatria Infantil, por um grupo de artistas, é hoje reconhecido pelo Instituto Brasileiro de Museus como Museu de Território/Ecomuseu e se consolida cada vez mais como referência de autogestão, resistência e cenário cultural popular na capital mineira.

No começo de 2019, foi deliberado que havia um desejo Comum entre todos os núcleos que integram o coletivo de restaurar o casarão e fazer do Estrela um espaço educativo, de aprendizagem popular, livre e autogestionada. Em 2020 deu -se início ao núcleo Escola Comum. Sendo fruto da pandemia, o núcleo, até então, só havia sido capaz de produzir conteúdo e atividades de maneira on-line. Assim, a oportunidade de aceitar o convite do Grupo Galpão para essa exibição representa uma maneira de estrear suas atividades presenciais de forma coerente com o que vinha sendo planejado e estudado até aqui. Esta ação é alinhada com o que futuramente se tornará a Escola Comum.

O filme realizado pelo Grupo Galpão, através da Lei Federal de Incentivo a Cultura, fez parte do projeto Dramaturgias – Cinco passagens para agora, e conta com roteiro assinado por Eduardo Moreira. O curta, traz a estória de uma menina que perdeu sua boneca. Ao se deparar com a menina chorando, o escritor Franz Kafka “resolve consolá-la, inventando a história de que a boneca saiu para viajar e que ele seria o portador das cartas contando suas aventuras. Embora não se saiba se essa história de fato aconteceu, ela é um extraordinário exemplo da capacidade que a ficção e a empatia humana têm de curar feridas.” destaca o roteirista.

A realização do evento acontece sábado (12/03), às 16hs no espaço Comum Luiz Estrela, à Rua Manaus- 348, Santa Efigênia. Classificação livre. Entrada franca, sujeita à lotação do espaço. Todos os protocolos contra o covid-19 serão atendidos.

EXIBIÇÃO: 12 de março de 2022, às 16h, no espaço Comum Luiz Estrela
Classificação indicativa: livre | Duração: 25 minutos
RODA DE CONVERSA: 12 de março de 2022, 16:30, no espaço Comum Luiz Estrela com participação de Inês Peixoto e Teuda Bara.

Foto: Reprodução

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