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Empresas de bijuterias apostam nas gemas naturais

Recurso agrega valor às peças sem necessariamente aumentar o valor

O setor de gemas naturais de Minas Gerais é conhecido por sua tradição e vem se fortalecendo cada vez mais. Um dos motivos é a forte atuação da Câmara de Gemas do Sindijoias Ajomig, que nos últimos tempos tem incentivado empresas de bijuterias a se aventurarem no mundo das gemas naturais, ambiente muitas vezes restrito as joalherias.

“É um mercado promissor com muito espaço para ser explorado”, explica Murilo Graciano, presidente da Câmara. Com a gema natural, a bijoux ganha valor sem onerar muito o custo. Entre as pedras que podem ser aproveitadas estão Ametistas, Amazonita, Apatita, Sodalita, Fluorita, Ágatas, Calcedônia, Água Marinha, Topázio e Turmalinas. São muitas as opções!

"Começamos a usar as pedras naturais quando sentimos a necessidade de agregar mais valor ao nosso trabalho. O uso também favoreceu a exportação já que chamamos mais atenção com o uso destas gemas" conta Heliana Lages, que comanda marca que leva seu nome. A designer usa os quartzos de modo geral, turmalinas, coral, turquesa, ametista, peridoto, ágata e inclusive a brita, que trabalha com o crochê - marca registrada de suas peças.

Outra marca que aposta nas gemas naturais é a Claudia Marisguia Bijoux, que resolveu criar uma linha específica para o uso das mesmas. “Sempre gostei das pedras naturais nos acessórios e agora com o trabalho de capitação da Câmara de Gemas estamos contactando novos fornecedores” explica Nivia Marisguia, sócia da marca.

Serviço

instagram.com/sindijoiasajomig
www.sindijoiasajomig.com.br

Foto: Nelo Aun

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