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Programação de estreia do B.AR Boteco de Arte, no Centro Cultural Sesiminas, tem shows das bandas Cao Laru e Lamparina e a Primavera
O Centro Cultural Sesiminas, no Santa Efigênia, conta agora com um novo e afetivo espaço: o B.AR – Boteco de Arte, que surge com a proposta de promover manifestações artísticas das mais variadas linguagens que também abarquem a dimensão festiva, política e transformadora dos encontros. O bar funcionará no foyer do Teatro de Bolso Sesiminas, integrando-se à sua programação, e acolherá festas, discotecagens, performances, debates, espetáculos cênicos e outras atividades. A abertura acontece nesta quinta-feira, dia 5/3, com show da banda franco-brasileira Čao Laru no Teatro de Bolso, às 20h, e discotecagem da DJ Eugene, no B.AR, a partir das 19h.
Na sexta (6), às 20h, o Teatro de Bolso recebe a mesa redonda: “Há algo de novo no reino da Lady Gaga? Novas iniciativas para o entretenimento LGBT+", com os convidados Gabriel Prata, Eugênia Dornellas, Nickary Aycker, Dolly Piercing, além de uma das donas do Yanã Bar. Depois, é a vez da discotecagem da DJ Kaila no B.AR, a partir das 21h. Já no sábado (7), a queridinha dos mineiros Lamparina e a Primavera se apresenta no Teatro de Bolso às 21h e, às 22h, no B.AR, começa mais uma edição da fervorosa festa paraense Baile da Bôta.
Pensado pelo artista cênico e empreendedor Pedro Romero (Zona Last, Velma Danceteria), o espaço lança mão da ideia de consumo de produtos artísticos vinculado ao entretenimento. “O B.AR – Boteco de Arte vem ancorado em dois desejos. O primeiro, uma vontade de unir minha experiência artística à minha experiência de bar. O segundo, uma necessidade de incrementar o consumo e a venda de entretenimento que tenho oferecido ao público que frequenta os lugares que coordeno", explica. "Depois de muitos anos vendendo cerveja e drinks, comecei a sentir a necessidade de oferecer outro importante produto: a arte".
O local é de acesso gratuito para as atrações ocorridas no espaço B.AR. Para as atividades no Teatro, o esquema de vendas de ingressos continuará o mesmo já praticado pelo Sesi. Todo o público do Teatro terá acesso ao B.AR, assim como pessoas interessadas em consumir os produtos e a programação de entretenimento da casa. "Estamos abertos a todo tipo de proposta artística tanto para o Teatro de Bolso quanto para o Boteco de Arte. A ideia no Sesi é ampliar ainda mais o acesso do público e trazer mais diversidade à instituição", afirma Romero.
Programação
O grande diferencial do projeto está justamente na forma como se alinham as manifestações artísticas aos produtos de entretenimento. São inúmeras as possibilidades criativas de alinhar a programação do Teatro de Bolso à do B.AR: shows de música autoral no Teatro com discotecagem no B.AR, apresentações cênicas com mesas redondas, palestras com degustação de vinhos, e por
“A ideia é que este o B.AR seja acolhido por outros espaços culturais da cidade, sempre neste diálogo entre arte e festa, criando novas formas de consumir e estar na noite belo-horizontina”, sublinha Romero. “Também já estamos em negociação com mais um espaço em Santa Tereza para fazer, ainda neste semestre, este ‘babado’ arte e cerveja por lá", adianta o empreededor, que inspirou-se em tendências de lugares como como o Bar dos Arcos, no Theatro Municipal de São Paulo, e o Centre Pompidou, em Paris (França).
Foto:Gabriela Otati
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