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CANTOR E COMPOSITOR BAIANO LUCAS SANTTANA VEM A BH PARA SHOW VOZ E VIOLÃO NO MEMORIAL VALE

Apresentação única será neste sábado, dia 10, às 16h. A entrada é gratuita

O cantor e compositor baiano Lucas Santtana desembarca em Belo Horizonte neste sábado, dia 10/3, para apresentação única no Memorial Minas Gerais Vale – no Circuito Liberdade. Em show intimista, no formato voz e violão, o artista canta repertório autoral que passa por influências do funk, hip hop, eletrônica, samba, reggae, MPB, pop e dub jamaicano. A apresentação terá início às 16h e a entrada é gratuita, sujeita a lotação. O Memorial Vale fica na Praça da Liberdade, 640 – Savassi, esquina com Rua Gonçalves Dias.

Lucas Santtana é um dos destaques na cena nacional e vem ganhando força desde seu disco de estreia “Eletro Ben Dodô” (2000). Atualmente contabiliza sete trabalhos autorais, sendo que o mais recente é o audiofilme “Modo Avião”, de 2017. Longe de qualquer rótulo que faça comparações com artistas de sua geração, Lucas Santtana é a figura por trás de canções como “Cira, Regina e Nana”, “Lycra Limão”, “Partículas de Amor” e “Funk dos Bromânticos”. No Memorial Minas Gerais Vale, sobe ao palco para apresentação intimista, que funciona como uma espécie de bate-papo entre o cantor e o público, em que a música é um convite para uma boa prosa.

MAIS SOBRE LUCAS SANTTANA

O multiartista Lucas Santtana possui extenso currículo no campo das artes, tanto como compositor, quanto como instrumentista. Com quinze anos de carreira, Lucas é notadamente conhecido por ser um ‘camaleão’: cada trabalho é uma surpresa sonora. Dentro das avaliações, os principais destaques vão para Sem Nostalgia (2009), O Deus Que Devasta Mas Também Cura (2012), Sobre Noites e Dias (2014) e Modo Avião (2017).

Nacionalmente, a revista Bravo! considerou Sem Nostalgia como um dos dez discos fundamentais para entender a música brasileira na primeira década do século 21. Tal produção também foi incluída na lista dos dez melhores álbuns do ano dos jornais Folha de S. Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo e Revista Rolling Stone Brasil. Internacionalmente, o trabalho ganhou quatro estrelas nas Rolling Stone dos Estados Unidos e da Alemanha, enquanto o jornal Francês Liberation deu a menção de disco estrangeiro do ano de 2011.

Além de notória receptividade por parte dos críticos e da mídia, O Deus Que Devasta Mas Também Cura, seu álbum seguinte, ficou por três meses no top 3 da World Charts Music Europe – maior associação de radialistas na Europa – e foi o único brasileiro na lista de melhores discos do ano da importante revista francesa Les Intockuptibles, ao lado de nomes internacionais como Cat Power, Neil Young e Jack White. Foram dez faixas unidas por camadas orquestrais de Letieres Leite, Gui Amabis, Guizado, Gilberto Monte, Rica Amabis, do próprio Santtana (que também assinou a produção), e também samples de Beethoven.

Em 2014, o artista lançou seu sexto trabalho, o disco Sobre Noites e Dias, com participações do rapper francês Fefe, do baixista Bi Ribeiro, do produtor alemão Daniel Haaskman, do maestro Letieres Leite, do Oslo String Quartet, rapper De Leve, Bruno Marques, Camila Pitanga e Fanny Ardant, ícone do cinema francês. Tal obra angariou posições de relevância na Rolling Stone Brasil, O Estado de S. Paulo, e em veículos internacionais como The Guardian (Inglaterra), La Repubblica (Inglaterra), LesInrocks (França), Télérama (França), London Evening (Inglaterra), e Le Monde (França). Das sete turnês internacionais na bagagem, as duas últimas promoveram este projeto, que passou por mais de 20 cidades europeias. Como instrumentista, pode-se destacar sua posição como flautista de Gilberto Gil por mais de meia década, além de colaborações com Caetano Veloso, Chico Science & Nação Zumbi e Tom Zé. Na composição, Lucas tem canções escritas para Marisa Monte, Céu, Márcia Castro e Gui Amabis. Em produções especiais, Santtana destaca-se por “Toca Raul”, que faz interpretações de canções de Raul Seixas em reggae e dub, “Gil 70” – show especial em parceria com a banda instrumental Bixiga 70 com releituras do disco Refazenda, de Gil; e sua participação na empreitada “Pequenos Contemporâneos”, que traz uma versão do clássico infantil Trem da Alegria.

Foto: Edu Pimenta

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