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Peça-jogo-festa #Criança estreia formato inédito
Onde está a criança perdida? Com esta missão, estreia, em Belo Horizonte, no sábado, dia 7 de março, no Memorial Minas Gerais Vale, a “Peça-jogo-festa #Criança”, que propõe um jogo de tabuleiro (em tamanho natural) para crianças, com apresentação e atuação de Gabriel Castro Cavalcante e Patrícia Diniz, dramaturgia e direção de Juarez Guimarães Dias e Denise Pedron. A estreia terá duas sessões (10h30 e 15h30), no Memorial Minas Gerais Vale (Praça da Liberdade, 640), com entrada gratuita, sujeita à capacidade do espaço. O projeto é realizado por Mutanti – Laboratório de Criação, em parceria com o Núcleo de Estudos Neepec (UFMG) e recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. A retirada dos ingressos será realizada 1h antes do início de cada sessão.
SINOPSE
Na peça-jogo-festa #Criança, o público é organizado em equipes para uma grande missão: encontrar uma criança perdida. As crianças-jogadoras precisam percorrer o Mapa da Criança Perdida, um tabuleiro em tamanho natural (6 x 4 metros), em busca de pistas sobre ela. Para avançarem no jogo, devem disputar as tarefas das Casas dos Quatro Elementos e cumprirem os desafios das Estações com os Guardiões, seres fantásticos que preservam a memória da criança perdida. A equipe que conquistar mais medalhas ganhará a chave para abrir o baú da criança e o fim do jogo é comemorado numa festa.
O trabalho propõe um programa cultural diferente das tradicionais peças para crianças, pois os participantes vivem uma experiência artística. O principal objetivo é possibilitar o protagonismo das crianças em performance, por meio de espaços de criatividade, interatividade, autoexpressão, contemplação, colaboração e desenvolvimento pessoal. A imprevisibilidade do jogo, das tarefas e dos desafios caracteriza cada apresentação como única e irrepetível para os participantes.
CRIAÇÃO DRAMATÚRGICA
O universo do Mapa da Criança Perdida inspira-se na biografia de infância do ator e pesquisador Gabriel Castro Cavalcante. As Estações e os Guardiões representam espaços e personagens de sua memória, ficcionados: Alpes Estratosféricos (Mamãe Ursa); Vila das Casas Coloridas (Cachorro Latindo-Americano); Bosque de uma Única Árvore (Cigarra Cantora de Ópera); O Grande Ouvido (Coruja Poliglota); Plantação das Tulipas de Xangrilá (Abelha Alérgica Enérgica); Buraco Mais Fundo do Mundo (Formiga Bugada); Escada Que Cada Um Sobe e Desce Como Quer (Gafanhoto Dexcolado); e Península do Baú e Suas Mesas de Cabeceira (Jacaré Rosa).
As Casas das tarefas referem-se aos Quatro Elementos (que organizam o público em equipes): Água (Azul), Terra (Verde), Ar (Amarelo) e Fogo (Vermelho). As cores também indicam o tipo de tarefa a ser sorteada, entre competitivas e colaborativas: Azul (Sentimento), Verde (Percepção), Vermelho (Intuição) e Amarelo (Pensamento). As tarefas, inspiradas em gincanas e jogos de salão, versam sobre adivinhas, quebra-cabeças, performances musicais etc.
Foto:Divulgação
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