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MM Gerdau promove bate-papo sobre cinema e a vida pré-histórica
Museu recebe, esta semana, o paleontólogo Castor Cartelle para bate-papo sobre como as produções cinematográficas retratam esse cenário
Quem não se lembra da série “Jurassic Park” ou da comédia “O Elo Perdido” e, mais recentemente, das animações “A Era do Gelo”? Mais que o sucesso nas bilheterias, esses filmes apresentam outras semelhanças: retratam a vida pré-histórica. Para os amantes das produções com a temática, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal promove no dia 07, às 19h30, mais uma edição do Cinema & Ciência, uma parceria com o Cinematório. O evento contará com a presença do paleontólogo Castor Cartelle para o bate-papo “A vida pré-histórica na telona”.
Nascido na Espanha, naturalizado brasileiro e cidadão honorário de Minas Gerais, o renomado paleontólogo afirma que produções cinematográficas com essa temática nos auxiliam a compreender mais sobre o passado da humanidade. “Levar a vida pré-histórica para o cinema é positivo para conhecer o passado e despertar o interesse sobre o assunto, principalmente no público infantil. O tema desperta muitas curiosidades, abre caminhos”, ressalta Cartelle.
O encontro é gratuito e integra o programa CoMciência, cujo objetivo é fomentar e popularizar temas científicos. A conversa será conduzida pelos jornalistas, críticos de cinema e editores do portal Cinematório Renato Silveira e Raquel Gomes. Na ocasião, ainda será gravado um podcast, posteriormente publicado no portal Cinematório
Conheça o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal
O MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, integrante do Circuito Liberdade desde 2010, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta de forma lúdica e interativa a história da mineração e da metalurgia. Em 18 áreas expositivas, estão 44 atrações que apresentam, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências. O Prédio Rosa da Praça da Liberdade, onde funciona o espaço cultural, foi inaugurado em 1897, juntamente com Belo Horizonte. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA), o edifício passou por meticuloso trabalho de restauro, que constatou que a decoração interna seguiu o gosto afrancesado da época, com vocabulário neoclássico e art nouveau. O projeto arquitetônico para a nova finalidade do Prédio Rosa, que já foi Secretaria do Interior e da Educação, foi feito por Paulo Mendes da Rocha e a museografia, que usa a tecnologia como aliada da memória e da experiência, é de Marcello Dantas. O Museu funciona de terça a domingo, das 12 às 18h, e na quinta, das 12 às 22h, e apresenta uma programação para todas as idades. Entrada franca.
Foto: Jomar Bragança
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