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Bloco “Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro” promove quarto ensaio na programação de Carnaval

Um dos responsáveis por renovar e atrair público ao carnaval de rua de Belo Horizonte, o bloco promoverá, no próximo dia 23 de janeiro, o 4º encontro de sua temporada de ensaios. A noite contará com a participação da bateria Unidos do Samba Queixinho

Não há dúvidas de que o carnaval de rua de Belo Horizonte transformou-se em uma das maiores manifestações populares do país, crescendo exponencialmente a cada novo ano e atraindo para a capital mineira milhares de foliões a procura de música e diversão. O grande mérito da mudança na cena carnavalesca de BH está, sem dúvida, na atuação e militância dos blocos de carnaval da cidade formados por músicos e apreciadores do feriado. Um dos responsáveis pela renovação do carnaval de rua da capital, o bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro conhecido por abrir o calendário carnavalesco de Belo Horizonte, promoverá o quarto 4º encontro de sua temporada de ensaios abertos para o tradicional cortejo de carnaval. O encontro será no dia 23 de janeiro, no Necup (Núcleo de Estudos de Cultura Popular). A novidade do próximo ensaio é a participação da bateria da escola de samba Unidos do Samba Queixinho, tradicional grupo de Carnaval de Belo Horizonte que não só realiza apresentações nas ruas da cidade, mas também fomenta o cenário carnavalesco da cidade promovendo o aprendizado e o resgate do puro samba, além de bossas, chamadinhas e outros ritmos ligados ao universo das escolas de samba.

Durante os ensaios, os integrantes do bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeirso buscam trazer o clima carnavalesco para o público, apresentando as músicas que integram o repertório que irão embalar o cortejo final, assegurando que a folia ocorra em um trabalho de canto conjunto de músicos e foliões.

“A participação do samba queixinho celebra a parceria entre os blocos e fortalece a união de duas baterias com identidades muito diferentes. O Me Beija tem por característica explorar vários ritmos diferentes enquanto a do queixinho esbanja técnica, linguagem e precisão rítmica do samba de quadra, muito fiel ao estilo das melhores escolas de samba do país! Essa mistura que já deu certo em 2016 se repete agora em um momento especial do carnaval de Belo Horizonte.”, destaca Rafael Matos, regente do Me Beija que eu Sou Pagodeiro.

Os ingressos do lote promocional para o ensaio de 2018, marcado para o dia 23/01, às 19h, no Necup já estão à venda no site do Sympla, por R$10.

Os ensaios do bloco fazem parte de uma série de preparativos para o grande cortejo, marcado para o dia 04 de fevereiro(domingo), uma semana antes do carnaval, e promete trazer novidades no formato com que o bloco é realizado e com participações especiais que serão reveladas com maior proximidade da festa. O repertório do bloco é composto por canções de pagode que marcaram a geração dos anos 90. O Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro convida os foliões a pagodear ao som de clássicos de bandas que marcaram o ritmo como Raça Negra, Só para Contrariar - SPC, Art Popular, Katinguelê entre outros, arranjados para bateria de escola de samba e executado em ritmo de marchinhas de carnaval e samba-reggae.

Sobre o bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro

Criado em 2014 pelo músico Matheus Brant, o bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro surgiu na efervescência do Carnaval de rua de Belo Horizonte e conta com um repertório de clássicos do pagode dos anos 90, incluindo sucessos de grupos populares como Raça Negra, Katinguelê, Só Pra Contrariar – SPC e Art Popular. Para compor o bloco, Matheus, que está ligado à prática de bateria de blocos carnavalescos desde o tempo de estudos na Faculdade de Direito da UFMG – onde foi um dos organizadores da charanga da Associação Atlética dos estudantes - convidou os músicos Leonardo Brasilino e Rafael Matos, do Chapéu Panamá, extinto grupo de samba do qual fizeram parte. O primeiro é responsável pelos metais do bloco, enquanto Rafael fica por conta da percussão. Atualmente, acompanham o bloco dez pessoas à frente dos instrumentos de metais, como trompete e saxofone, e outros 40 músicos profissionais e amadores que assumem a percussão.

Foto: Pedro Gontijo

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