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Domingueiras tropicais promovem esquenta para o carnaval de BH

A festa Domingueiras Tropicais teve início em outubro de 2016, na casa de shows A Autêntica (Rua Alagoas, 1172- Savassi), quando os blocos foram convidados a ocupar a programação da casa nos finais de semana.

Com o sucesso da primeira edição, o evento retorna no início de 2017, no período de 15 de janeiro a 19 de fevereiro, a partir das 16h. A festa que serve de aquecimento para o carnaval da cidade terá início com o Então Brilha (15/01), tendo sequência com os gruposGarotas Solteiras (22/01), Havaianas Usadas (29/01), Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro (05/02), Juventude Bronzeada (12/02) eBeiço do Wando (19/02), terminando no último domingo que antecede o tão aguardado carnaval de Belo Horizonte. 

Ingressos: R$ 20,00 (antecipados) e R$ 30,00 (portaria).

 

PROGRAMAÇÃO E OS BLOCOS

 

Então Brilha – 15/01

O Bloco ENTÃO, BRILHA! surgiu em 2010 como iniciativa de um grupo de amigos de Belo Horizonte que queriam brincar o carnaval no Rio de Janeiro. Motivados pelo trecho de um poema de Maiakovski, criaram um bloco que saiu pelas ruas da capital fluminense com o lema: “Gente é para Brilhar!”. A partir de 2011, esse mesmo grupo viu a possibilidade de fazer a festa em Belo Horizonte, que já apresentava desde 2009 um resgate da folia em suas ruas.

, o Maestro do Bloco Di Souza, viu a possibilidade de perpetuar essa mensagem ao longo do ano, criando o projeto de uma banda. E assim, fazendo um link das questões políticas que o Bloco propõe nas ruas e dialogando com o universo dos palcos surge a BANDA, BRILHA! Formada por uma equipe de 15 pessoas, fazendo um resgate do Axé Music de raiz tendo como referências: Olodum, Banda Eva, Daniela Mercury e Timbalada. A Banda também conta com composições próprias de artistas da cena Belo Horizontina como Gustativo, que também é membro do bloco, assim como outros compositores da cidade.

 

Garotas solteiras – 22/01

O Bloco Garotas Solteiras saiu às ruas pela primeira vez no carnaval de 2016,buscando ocupá-las em favor da diversidade sexual e do empoderamento feminino. Com um repertório formado por divas do pop e do funk, tendo Beyoncé como inspiração maior.

 

Havaianas Usadas – 29/01

O som da Bahia, dos carnavais, da rua. Dos surdos, repiques e caixas. Somados a congas, xequerê, agogô, guitarra e baixo. Uma voz alto astral que entoa clássicos do axé music dos anos 80 e 90 em um repertório que vai de Araketu a Daniela Mercury, de BamdaMel a Timbalada, de Caetano Veloso a Netinho. A presença de blocos afro como Olodum e Ilê Aiyê em levadas e construções rítmicas que celebram a força, a raça, a alegria, a paz e o amor.

Esse é o HAVAYANAS USADAS, mais recente bloco de carnaval de Belo Horizonte que estreia em 2017 nas ruas da cidade. Criado e dirigido por Peu Cardoso, Débora Mendes, Cris Gil, Maurílio Badá, Heleno Augusto, Rodrigo Boi e Daniel Melão - que estão juntos desde 2013 e também integram a banda do bloco - vem pra carnavalizar junto ao movimento que desde 2009 atrai e forma foliões, músicos e ritmistas.

 

Juventude Bronzeada - 12 /02

Formada em 2013, a banda Juventude Bronzeada  celebrar a baianidade do axé de raiz e é composta por Thales Silva (guitarra e voz), Rodrigo Magalhães (baixo e voz) e Fernando “Feijão” Monteiro (bateria), que também integram o grupo A Fase Rosa. No show, os músicos interpretam canções da Banda Mel, Olodum, Daniela Mercury, Caetano Veloso e outros grupos e cantores que marcaram a cultura baiana dos anos 90. Em 2015, a Juventude Bronzeada esteve à frente de um bloco de rua homônimo, que desfilou em Belo Horizonte na terça-feira de carnaval, reunindo mais de 15 mil foliões.

 

Me Beija que Eu sou Pagodeiro – 05/02

Em 2014, os ex-integrantes do grupo de samba Chapéu Panamá, ao lado de músicos e amigos, reuniram-se para formar um bloco de carnaval de rua e homenagear aquele ritmo que foi fundamental na formação do caráter musical de uma geração – o pagode dos anos 90! Nascia aí o Me Beija que Eu Sou Pagodeiro, bloco que reúne em seu repertório pérolas da época como “Eu menti” e “O teu chamego é o meu xodó” do Grupo Raça, “Cilada”, “Paparico” e “Caçamba”, do Molejo, “Farol das Estrelas” e “Refém do Coração”, do Grupo Soweto, “Marrom bombom”, d’Os morenos, “Eu e ela” e “Poderosa” do Raça Negra, “Agamamou” e “Fricote” do Art Popular e “Inaraí” do Katinguelê. Tudo isso arranjado para bateria de escola de samba e executado em ritmo de marcha de carnaval, samba-reggae e outras levadas. As melodias dos pagodes são embaladas por um naipe de metais que ganha força com a voz dos foliões, já que o cortejo é todo acústico, sem carro de som. É no gogó!

 

Beiço do Wando – 19/12

O Bloco “Beiço do Wando”, cujo nome é uma homenagem a um dos maiores cantores populares do país, surgiu num e um encontro entre amigos, com o interesse em comum no carnaval de BH e o brega romântico brasileiro. Além do Wando, a quem os integrantes do bloco chamam de “muso inspirador” o repertório traz também sucessos de Odair José, Fábio Jr., Reginaldo Rossi, Sidney Magal, Gretchen, Roberto Carlos, Roupa Nova e outros.

 

A Autêntica

Voltada para a música autoral e com capacidade para 300 pessoas,  o espaço tornou-se um dos principais redutos da música produzida na cidade, além de receber artistas de outras regiões do Brasil e do mundo. Inaugurada em 21 de fevereiro de 2015 A Autêntica é um espaço plural por onde passaram nomes importantes ligados ao rock, ao samba, ao jazz e a toda uma diversidade musical .

 

Foto: Luis Evo

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